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Quais são as etapas da Terapia fonoaudiológica?

O atendimento fonoaudiológico deve constar das seguintes etapas:

  • Primeiro contato: anamnese (conhecimento do caso, conhecimento das possibilidades domiciliares e familiares).
  • Avaliação do paciente.
  • Elaboração do plano terapêutico com metas e resultados traçados.
  • Estabelecimento do contrato de prestação de serviço com a operadora de saúde ou com a família em casos particulares que incluem preço, horários de atendimento e previsão de alta; devem ser estabelecidas de 1 a 7 sessões de terapia por semana, de acordo com a patologia, com duração de 40 minutos cada, podendo chegar a 1 hora quando houver necessidade de orientação familiar.
  • Tratamento/(re)habilitação.

Quais os objetivos da terapia foboaudiológica?

  • Atender o paciente de forma personalizada.
  • Inserir o processo fonoaudiológico à dinâmica de vida do paciente e de seus familiares.
  • Diminuir risco de internações ou reinternações hospitalares.
  • Evitar exposição aos riscos do ambiente hospitalar (infecção, depressão etc.).
  • Melhorar sua qualidade de vida e dos seus familiares.

etapas e objeticos da terapia fonoaudiológica

ATUAÇÃO FONOAUDIOLÓGICA

  • Atendimento às disfagias em geral :
  • Mecânicas (decorrentes de alterações orgânicas no trato digestório).
  • Neurogênicas (decorrentes de alterações neurológicas).
  • Estimulação do sistema sensório-motor-oral :
  • Hiper ou hipotonia de órgãos fonoarticulatórios.
  •   Paralisia facial.
  • Alteração de funções estomatognáticas (respiração oral, deglutição atípica, mastigação ineficiente).

AVALIAÇÃO E TERAPIA DE LINGUAGEM

  • Terapia para afasias, atrasos e/ou alterações de linguagem.
  • Avaliação e terapia de voz :
  • Disfonias orgânicas, organofuncionais e funcionais.
  • Avaliação e terapia de articulação :
  • Disartrias.
  • Distúrbios articulatórios.
  • Acompanhamento de alterações da audição e processo de adaptação de próteses auditivas .

 

 

Trecho do Livro: Profissionais da Saúde e Home Care.

Ano: 2017

Editora Revinter – 1ª edição

Proibido o uso do conteúdo total ou parcial, sem autorização.

Direitos reservados a BioHouse Terapias.


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A laringe é parte fundamental da comunicação oral, expressando por meio da voz grande parte dos sentimentos humanos.

Quando algo de anormal acontece em um dos diversos componentes da laringe e/ou em alguns dos nervos responsáveis por sua inervação, observam-se alterações que podem interferir na qualidade de vida. Dentre as principais funções desempenhadas pela laringe podemos citar: respiratória, esfincteriana e a fonatória.

A laringe é inervada pelos ramos do nervo vago (X par craniano), nervo laríngeo recorrente (inferior) e nervo laríngeo superior, os quais possibilitam a inervação motora e sensitiva da laringe. A mobilidade da musculatura intrínseca da laringe é proporcionada pela ação sinérgica dos músculos tensores (tireoaritenóideo, vocalis e cricotireóideo), adutores (cricoaritenóideo lateral e interaritenóideo) e abdutor (cricoaritenóideo posterior).

A adequação das funções respiratória, fonatória e de deglutição dependem da integridade neurofisiológica e anatômica de todas estruturas envolvidas nessas funções.

As causas mais freqüentes de paralisias da laringe são: compressivas (aneurisma da aorta ou artéria subclávia, estenose mitral, pericardite, tumores da glândula tireóide, hipofaringe, esôfago, traquéia, mediastino e dos pulmões), traumáticas por causas externas ou cirúrgicas (tireoidectomias, traqueostomias, cirurgias da laringe, após irradiação da tireóide, timo e mediastino), neurites periféricas tóxicas (mercúrio, chumbo, arsênico e álcool), infecções (escarlatina, difteria, influenza), além das causas indeterminadas (idiopáticas). São pouco freqüentes as paralisias da laringe por lesões centrais.

Cerca de 90% das paralisias da laringe são decorrentes de comprometimentos periférico dos nervos laríngeos superior e recorrente.

Os canceres são os motivos mais freqüentes da paralisia laríngea, podendo estar localizados em diferentes regiões.

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As paralisias podem ocorrer por danos no nervo laríngeo superior, inferior ou ambos.  As lesões do nervo laríngeo superior geralmente passam despercebidas, devido à pobreza dos sintomas. As pregas vocais conservam os seus movimentos, porém a prega lesada fica ligeiramente arqueada e há rotação posterior da laringe para o lado da lesão.

O nervo laríngeo recorrente esquerdo encontra-se mais vulnerável à lesão quando comparado ao nervo laríngeo recorrente direito, devido ao seu trajeto mais longo.

Através do exame clínico otorrinolaringológico e por meio do exame laringológico, telelaringoscopia, nasofibrolaringoscopia ou estroboscopia laríngea é possível a observação da mobilidade da mucosa, no que se refere à simetria, amplitude, fase e regularidade de vibração, permitindo verificar a presença de imobilidade e inferir sobre uma possível causa, lembrando que a freqüência de prega vocal imóvel sem causa definida clinicamente é alta.

Aproximadamente 30% das paralisias são de origem idiopática. Na paralisia idiopática, aproximadamente 60% dos pacientes recuperam espontaneamente a mobilidade das pregas vocais, sem intervenção, por um período de 6 a 12 meses.

“Direitos reservados ao autor do Texto no livro: FONONCOLOGIA. Não pode ser reproduzido sem o devido crédito parcial ou integral das Autoras do Livro.”


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Qual pode ser a participação da família na assistência domiciliar?

Para a maioria dos pacientes do Programa de Assistência Domiciliar, a participação da família em sua recuperação é uma influência positiva, não só do ponto de vista clínico, mas também do psicológico, uma vez que a tendência é sempre uma colaboração mais eficiente entre profissionais de saúde, família e paciente.

Nos casos de internação domiciliar, isto é, quando o paciente tem uma condição mais grave e alto grau de dependência, a colaboração familiar continua sendo importante; no entanto, seus membros devem preparar-se para significativas alterações de sua rotina doméstica. Principalmente nos casos de doenças crônicas ou incapacitantes, a convivência com o paciente pode gerar dor e sofrimento nos entes queridos.

Algumas concessões de privacidade também são necessárias para permitir a presença da equipe de profissionais de saúde dentro da residência. É preciso que um familiar esteja sempre disponível, evite ausência prolongada e mantenha o alerta frente a uma possível piora do estado de saúde do paciente.

participação familiar

Tais pressões podem requerer apoio psicológico e, por isso, o psicólogo ou o assistente social podem, quando necessário, integrar a equipe de Home Care. Algumas vezes o envolvimento compulsivo da família, a sensação de culpa ou estorvo podem gerar conflitos que afetem a relação comos profissionais e com o próprio paciente.

Além disso,os familiares devem estar conscientes do grau de complexidade da doença e ter noção dos possíveis insucessos do tratamento. Independentemente da evolução do paciente, a família e, sobretudo, o cuidador precisam estar seguros de que estão contribuindo da melhor maneira possível e cientes de que medidas “heroicas”, além de desgastá-las emocionalmente, podem não ter resultado prático.

 

Trecho do Livro: Profissionais da Saúde e Home Care.

Ano: 2017

Editora Revinter – 1ª edição

Proibido o uso do conteúdo total ou parcial, sem autorização.

Direitos reservados a BioHouse Terapias.


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O que é?

A Fonoaudiologia em Assistência Domiciliar a pacientes com limitações funcionais importantes busca manter seu estado de saúde e/ou minimizar os efeitos causados pela doença, contribuindo, desta forma, para reabilitação e/ou melhora da sua qualidade de vida e de seus familiares.

O ambiente familiar reúne as condições físicas, afetivas e sociais que são de extrema importância à recuperação do paciente.

Os cuidados no domicílio têm como principal característica a Humanização do Atendimento ao Paciente.

 

POPULAÇÃO-ALVO DA FONOAUDIOLOGIA NA ASSISTÊNCIA DOMICILIAR

  • Atendimento infantil, adulto e idoso.
  • Pacientes acamados e/ou debilitados.
  • Pacientes sindrômicos.
  • Pacientes neuropatas.
  • Pacientes com dificuldades alimentares.
  • Pacientes oncológicos.
  • Pacientes com alterações cardiorrespiratórias.
  • Portadores de paralisia cerebral.
  • Paciente com doenças crônicas e degenerativas.
  • Paciente com doenças neurológicas.
  • Pacientes pós-AVC (acidente vascular cerebral).
  • Idosos em geral.
  • Pacientes cuja patologia ou condições físicas impeça-os de deslocar-se até o atendimento clínico especializado.
  • Pacientes clinicamente estáveis que não mais necessitam dos serviços oferecidos pelos hospitais e que precisam dar continuidade ao tratamento fonoaudiológico, seja de alta, média e baixa complexidade de saúde.

 

Trecho do Livro: Profissionais da Saúde e Home Care.

Ano: 2017

Editora Revinter – 1ª edição

Proibido o uso do conteúdo total ou parcial, sem autorização.

Direitos reservados a BioHouse Terapias.


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A Dislalia é um distúrbio, ou melhor, uma alteração da fala, caracterizado pela dificuldade em articular as palavras. Os principais sintomas são:

– Omissão de fonemas;
– Substituição de fonemas;
– Trocas de fonemas;
– Deformação de fonemas.

A Dislalia pode ser dividida em dois grupos:
A Dislalia Orgânica: que resultam das malformações ou de alterações dos órgãos fonoarticulatórios, ou ainda em casos de malformações congênitas como traumatismo de órgãos fonoarticulatórios ou de lábio leporino (fissuras labiais). Há também certas dislalia provenientes de patologias do Sistema Nervoso Central (SNC).

A Dislalia Funcional: quando não há alterações físicas, chamamos de funcional pensa-se que a origem é genética, emocional ou com causa psíquica.
A dislalia pode afetar a escrita, pois o desenvolvimento de linguagem escrita é apoiado com base da linguagem oral. Um exemplo clássico de dislalia com trocas de fonemas: são os personagem Cebolinha da turma da  Mônica e o Hortelino do autor Elmer Fudd, que troca os fonemas (R) por (L) como: prato emite (plato)  ou trocas (C) por (T)  coelho emite (toelho).

Outros exemplos para omissão na fala é (omei) para dizer tomei, no caso substituição na fala (balata) para dizer barata, acréscimo na fala (alatras) para atlas.

Dislalia

Quem trata a dislalia?

A dislalia é tratada pelo profissional fonoaudiólogo e está classificada no Código Internacional das doenças (CID -10) como F 80 – transtornos específicos do desenvolvimento da fala e da linguagem.

Qual o tipo de tratamento?

A dislalia é tratada por meio da terapia fonoaudiológica; sendo necessário primeiro avaliação fonoaudiológica  e posteriormente o tratamento com fonoterapia.

Como é realizada a terapia fonoaudiológica para Dislalia?

A terapia fonoaudiológica varia de acordo com o caso, mas engloba os seguintes aspectos:
-Discriminação auditiva dos sons;
-Instalação do ponto correto articulatório dos fonemas;
-Exercícios com sílabas, palavras e frases;
-Exercícios de adequação da musculatura orofacial;
-Treino de respiração adequado
-Treino de Mastigação e etc.

Qual o tempo de duração do tratamento?

O tempo depende de cada individuo e do grau de comprometimento da criança e da família no processo terapêutico  em média  um ano de fonoterapia uma vez por semana é o suficiente e no máximo um ano e meio para casos mais complexos. E casos que não há aderência e comprometimento dos envolvidos o tratamento tem ser interrompido  pelo profissional e retomado um outro momento. Já alta-fonoaudiológica é dada pelo profissional fonoaudiólogo quando as dificuldades são sanadas; porém a desistência ou ausência do processo não pode ser considerada como alta.

Existem profissionais que utilizam outros métodos, no qual terapia fonoaudiológica por ser duas ou até três vezes por semana.

Vale salientar, que o método acima descrito é utilizado pela franquia BIOHOUSE terapias, com sessão de fonoterapia uma vez por semana, com duração de quarenta minutos, atividades para casa, e em média um ano de tratamento dependendo complexidade do caso; existem casos solucionados em no mínimo três meses sim, porém são trocas de fonemas bem pontuais e casos que necessitam de tempo maior de no máximo um ano e meio; são casos mais complexos no qual temos que respeitar o tempo e as pontecialidades de cada pessoa.

Observação: até os quatro anos trocas na fala de uma criança são normais; porém para cada idade é esperado o desenvolvimento de alguns fonemas para saber se seu filho está na faixa de normalidade faça avaliação com um fonoaudiólogo não espere o problema se instalar; afinal prevenir é melhor caminho sempre.

“Direitos reservados ao autor do Texto. Não pode ser reproduzido sem o devido crédito parcial ou integral.”


Você profissional de uma das seguintes áreas venha ser um franqueado: fonoaudiologia, fisioterapia, nutrição, psicologia e terapia ocupacional.

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