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Orientações Gerais para Profissionais no Atendimento Domiciliar:

Vale apenas ressaltar que o profissional da saúde tem que ser imparcial, seja com a família, o paciente e com as empresas envolvidas no processo. Ele deve executar os procedimentos sem envolvimento pessoal e emocional, mantendo uma postura ética conforme prevê o código de ética de cada profissão.

  • O profissional deve ter discurso claro e coeso, sem opiniões, fofocas e discussões.
  • Não falar mal ou denegrir colegas e a empresa ou operadora de saúde.
  • Os profissionais não poderão discutir, abordar assuntos impertinentes ou até mesmo sobre a doença ou o paciente e seus familiares dentro da residência.
  • O profissional deverá atender com roupas próprias, sem roupas curtas, minissaias, roupa colada, tipo calças legging, de contton, salto alto, unhas grandes e sujas etc. O profissional de enfermagem deverá usar chinelo apenas para dar banho no paciente e não ficar circulando na casa de chinelo e de roupas como se estivesse em sua casa.
  • O profissional de enfermagem é prestador de serviço, não funcionário da casa.
  • O profissional não poderá falar mal ou questionar a postura de outro profissional da saúde no domicílio.
  • O profissional deverá ser gentil e cordial com os colegas de trabalho, cuidadores e familiares em qualquer situação.
  • Seja otimista e bem-humorado.
  • Seja humilde e solícito.
  • Postura profissional é fundamental ao reconhecimento e consolidação de uma carreira na área da saúde.

 

Trecho do Livro: Profissionais da Saúde e Home Care.

Ano: 2017

Editora Revinter – 1ª edição

Proibido o uso do conteúdo total ou parcial, sem autorização.


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A Psicologia do Desenvolvimento Humano estuda a pessoa humana em todos os seus aspectos: físico motor; intelectual; afetivo-emocional e social.

Estuda como e porque o indivíduo se comporta de determinada forma em uma situação de acordo com momento e fase da sua vida. Observado e tentando  conhecer as características comuns de uma faixa etária, considerando as características universais e individuais e correlacionar com fatores que influenciam o desenvolvimento.

A Psicologia do Desenvolvimento Humano 
Psicologia do Desenvolvimento Humano divide em quatro fatores que influenciam o desenvolvimento humano:
– Hereditariedade: carga genética, potencial que pode ou não se desenvolver.
– Crescimento: aspecto físico de cada indivíduo.
– Maturação Neurofisiológica: é o que torna possível determinado padrão de comportamento.
– Meio: influências e estimulação alteram o comportamento do indivíduo.

O que é Desenvolvimento Humano?

São as mudanças nas estruturas físicas, neurológicas, cognitivas e comportamentais que emergem de maneira ordenada e são relativamente duradouras.

Quais as Metas da Psicologia do Desenvolvimento Humano?

  • Compreender as mudanças que aparecem ser universais.
  • Explicar as diferenças individuais
  • Explicar como o comportamento é influenciado pelo contexto ou situação ambiental.

 

Quais as Fases do Desenvolvimento Humano?

– Pré-Natal: quando indivíduo ainda é um embrião e recebe toda carga genética física, emocional, afetiva e biológica dos pais.
– Nascimento: no ato do nascimento o indivíduo começa interagir com meio externo inicia-se processo de crescimento e desenvolvimento físico-motor, cognitivo, emocional, intelectual e social.
–Infância: é na infância que a criança em desenvolvimento experimenta mudanças, posterior estabilidade passando de um estágio para outro.
– Adolescência: é período de transição entre a infância e a vida adulta; ou seja transição do período de dependência  dos pais para período de treinamento da  independência,  autonomia  e responsabilidades. Momento das alterações físicas e hormonais para desenvolvimento psicossexual.
– Adulto: é momento  de total da independência, autonomia  e responsabilidades. A busca e o alcance da estabilidade emocional, financeira, profissional e afetiva.
– Idoso: é momento  do declínio físico, ausência dos filhos, perda de amigos e cônjuge, fase também do renascimento para novos desafios e perspectivas para uma vida saudável e feliz.

Em qualquer fase da vida a Psicologia está a serviço das pessoas para auxilia-las a viver melhor  e enfrentar os desafios da vida cotidiana e compreender  melhor o seu “eu” e o meio que indivíduo está inserido.

“Direitos reservados ao autor do Texto. Não pode ser reproduzido sem o devido crédito parcial ou integral.”

 


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A Assistência Domiciliar em Psicologia, ou, ainda, Home-Based Therapy, ou atendimento psicológico Home Care, é a assistência psicológica em domicílio  entendendo como domicílio não apenas a residência do paciente, mas também casas de repouso, hospitais, hospitais psiquiátricos, entre outros.

Os principais indicadores de assistência domiciliar em psicologia ocorrem em função de:

  • Limitações Logísticas: quando há dificuldade de organizar e locomover vários membros da família ao consultório, principalmente em casos de famílias maiores. Às vezes a única forma de se conseguir promover Terapia Familiar é efetuar os atendimentos na residência da própria família.
  • Vantagens Clínicas: compreendem alguns dos atendimentos a crianças e adolescentes,no que tange à psicoeducação e também ao AT (Acompanhamento Terapêutico). No caso da psicoeducação, efetuar esse tipo de terapia no ambiente domiciliar torna possível analisar as contingências sociais da criança, pais, avós, babá, irmãos etc. De igual forma,o AT permite ao psicólogo analisar e pontuar, quase que imediatamente, as relações do paciente com o meio social.
  • Limitações Físicas: é o grupo de pacientes que tem dificuldade de locomoção. Neste grupo enquadram-se os idosos, os portadores de deficiência física, pessoas que sofreram acidentes e,temporariamente,têmdificuldadeemlocomover-se, pessoas acamadas, pessoas mais fracas por conta de tratamento oncológico, que sofreram AVC, entre outros.
  • Limitações Clínicas: compreendemos casos clínicos,quando críticos, de fobia social, ansiedade, depressão e outros que desmotivamas pessoas a saírem de casa,tornando possível a terapia apenas se realizada no ambiente domiciliar.

 

 

Trecho do Livro: Profissionais da Saúde e Home Care.

Ano: 2017

Editora Revinter – 1ª edição

Proibido o uso do conteúdo total ou parcial, sem autorização.

 

Direitos reservados a BioHouse Terapias.

 


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O que são cuidados paliativos?

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), em conceito definido em 1990 e atualizado em 2002, Cuidados Paliativos consistem na assistência promovida por uma equipe multidisciplinar que objetiva a melhoria da qualidade de vida do paciente e seus familiares, diante de uma doença que ameace a vida, por meio da prevenção e alívio do sofrimento, da identificação precoce, avaliação impecável e tratamento de dor e demais sintomas físicos, sociais, psicológicos e espirituais”.
Esse conceito de cuidado paliativo pode ser aplicado em doenças incuráveis, como Câncer, Alzheimer, Parkinson, Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), Neuropatias, Síndromes etc.

Patologias iniciais têm como objetivo a cura ou remissão e isto é compartilhado como doente e sua família de maneira otimista. Quando a doença já se apresenta em estágio avançado ou evolui para esta condição, mesmo durante o tratamento com intenção curativa,a abordagem paliativa deve entrar em cena no manejo dos sintomas de difícil controle e de alguns aspectos psicossociais associados à doença. Na fase terminal, em que o paciente tem pouco tempo de vida, o tratamento paliativo se impõe para, pormeio de seus procedimentos, garantir qualidade de vida.

Tratamento:

O término de uma terapia curativa para doença não significa o final de um tratamento ativo, mas mudanças em focos de tratamento. A OMS enfatiza que o tratamento ativo e o tratamento paliativo não são mutuamente excludentes e propõe que “muitos aspectos dos cuidados paliativos devem ser aplicados mais cedo, no curso da doença,em conjunto como tratamento ativo”, e são aumentados gradualmente como um componente dos cuidados do paciente do diagnóstico até amorte. A transição do cuidado ativo para o cuidado com intenção paliativa é um processo contínuo e sua dinâmica difere para cada paciente.

Os cuidados paliativos devem incluir as investigações necessárias para melhor entendimento e manejo de complicações e sintomas estressantes, tanto relacionados com o tratamento quanto com a evolução da doença. Apesar da conotação negativa ou passiva do termo paliativo, a abordagem e o tratamento paliativo devem ser eminentemente ativos, principalmente em pacientes portadores de patologias em fase avançada, em que algumas modalidades de tratamentos cirúrgicos e medicamentos os são essenciais para o alcance do controle de sintomas. Considerando a carga devastadora de sintomas físicos, emocionais e psicológicos que se avolumam no paciente com doença terminal, faz-se necessário um diagnóstico precoce e condutas terapêuticas antecipadas, dinâmicas e ativas, respeitando-se os limites do próprio paciente.

 

 

Trecho do Livro: Profissionais da Saúde e Home Care.

Ano: 2017

Editora Revinter – 1ª edição

Proibido o uso do conteúdo total ou parcial, sem autorização.

Direitos reservados a BioHouse Terapias.

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As práticas dos Cuidados Paliativos são muitas vezes confundidas como indução à morte (eutanásia) ou como a suspensão de todos os tratamentos possíveis. Entretanto, os cuidados paliativos são, segundo a Organização Mundial da Saúde, medidas capazes de promover melhor qualidade de vida à pessoa com alguma doença que ameace a continuidade da vida e sem perspectiva de cura, utilizando-se do controle de dor, sintomas desconfortáveis e suporte emocional, social e espiritual pela equipe multiprofissional. Esses cuidados também são estendidos à família.

A BIOHOUSE Terapia é uma empresa de reabilitação especializada em pacientes idosos, crônicos, com alta dependência e que tem como princípio os cuidados paliativos.

Atuação da fonoaudiologia Em Cuidados Paliativos: 

A atuação fonoaudiológica em cuidados paliativos é facilitar comunicação quando possível, melhora quadro pulmonar com deglutição saliva eficiente e em alguns casos com muito cuidado com protocolo de preservação de vias áreas superiores degustação de algum alimento via oral; devido quadro de Disfagia.

A equipe tinha limitações no atendimento ao paciente, já que ele se mantinha hipersecretivo o que dificultava a tentativa de desinflar o cuff para a comunicação com a família e equipe.

O declínio é visível e os Cuidados Paliativos se tornam imperativos.

O trabalho fonoaudiológico às vezes se limita a adaptação de válvula de fonação. Em muitas vezes são realizadas diversas tentativas de estimulação alimentar via oral, porém sem sucesso já que o paciente apresenta aspiração alimentar e não auxilia nas sessões de terapia fonoaudiológica. O uso da válvula é essencial para a comunicação entre o paciente, família e equipe. E a atuação da equipe de saúde mental.

Atuação da Psicologia Em Cuidados Paliativos:

O envelhecimento é um processo natural do desenvolvimento humano, mas também é uma produção da cultura que revela significados sociais.
Neste processo há mitos construídos socialmente que delimitam o lugar e o papel da pessoa idosa, dificultando novas significações a respeito da existência e do viver.

Os mitos sociais que serão tratados neste momento são a deterioração do corpo, que se torna fragilizado e vulnerável ao adoecimento e a constatação de que o ser humano nesta fase da vida é decadente e descartável, portanto improdutivo.

A presença de uma doença pode favorecer a interrupção no curso da vida, ameaçando a realização de projetos, desejos e necessidades. Vivencia-se nesse contexto a perda de um corpo saudável e a possibilidade da morte.

As habilidades adquiridas ao longo do nosso processo de desenvolvimento não são permanentes, são transformadas com o tempo e com as necessidades, portanto perdas são experienciadas com o envelhecimento, mas não significa perder a capacidade de escolher e decidir sobre o modo como quer viver.

Tentamos evitar ou até mesmo retardar algumas perdas, mas elas acontecem, algumas por escolha e outras simplesmente aparecem e nos despertam sentimentos diversos.  É o fato de cada ser humano experimentar as perdas de maneira singular que nos permite pensar em cada caso.

As perdas são acompanhadas de sofrimento e este precisa ser cuidado na dimensão física, das dores do corpo; na dimensão psíquica, do enfrentamento diante da nova condição; na dimensão social, do distanciamento do seu cotidiano e na dimensão espiritual, resgate da esperança.

Atuação do Terapeuta Ocupacional Em Cuidados Paliativos:

Os cuidados paliativos são conjuntos de medidas capazes de promover melhor conforto e qualidade de vida, sendo cuidados totais, ativos e integrais oferecidos ao paciente com doença crônico / degenerativa.

Pensando nos cuidados totais, a atuação do terapeuta ocupacional vem ao encontro com estas medidas, uma vez que este atua buscando potencializar a atuação do homem no fazer, em sua autonomia e funcionalidade, assim como prevenindo rupturas e desconforto da pessoa acometida por tais patologias. Visa à assistência tanto ao paciente como ao familiar, a fim de oferecer maior conforto, dignidade e qualidade de vida.

A partir dos dados dos pacientes, os objetivos e condutas adotadas nos atendimentos de terapia ocupacional são traçados em:
-Proporcionar conforto e evitar deformidades e redução de risco de acometimento de úlceras de pressão.
– Proporcionar estímulos cognitivos com atividades significativas, uma vez que o envelhecimento acarreta perdas funcionais, perdas estas, potencializadas tanto pelo adoecimento como pela hospitalização, principalmente a de longo prazo.
– Mantê-lo em contato com atividades prazerosas e trabalhar a socialização/interação, inserindo-o no grupo dos homens e em eventos promovidos pelo hospital e aberto aos pacientes, pois, a hospitalização exige do idoso distanciamento de familiares, amigos e objetos pessoais, havendo uma mudança muito importante no hábito de vida.
– Fazer orientações aos filhos e cuidador quanto aos estímulos oferecidos e a necessidade de adequação de acordo com o ambiente, gosto e o momento do paciente.
– Proporcionar a escuta terapêutica ao paciente, família e cuidador, oferecendo um suporte emocional nos momentos de angustia devido à presença do adoecimento.

A pessoa em cuidados paliativos pode sofrer uma diminuição do sentido do eu e da autoconfiança, devido a rupturas do estilo de vida. Alguns idosos encontram dificuldades para identificar objetivos relacionados ao tempo de vida restante.

A liberdade de escolha do paciente nesse processo deve ser valorizada, permitindo o lidar com atividades que faça sentido, quando há sentido.

Considerações finais

O longo período de adoecimento, a fragilidade, as limitações, o distanciamento do seu cotidiano pelo prolongamento da hospitalização, são aspectos importantes a serem considerados e cuidados pela equipe multiprofissional.

“Direitos reservados ao autor do Texto. Não pode ser reproduzido sem o devido crédito parcial ou integral.”


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O que é Deficiência Mental (DM)?

Deficiência Mental é um distúrbio da mente, uma dificuldade ou alteração cognitiva.
No Código Internacional das  Doenças – CID 10 está descrita como Retardo Mental e código vai F-70 a F79 com suas devidas especificações.

As causas etiológicas são: ambientais, nutricional e emocionais

As causas de origem ambientais: são ocasionadas na vida uterina por drogas, medicamentos, agentes químicos, radioativos, envenenamento, agressões físicas a gestante e seu bebê e os mais variados níveis de privações.
As causas de origem nutricional: são ocasionadas por privações e carência alimentar.
As causas de origem emocionais: são ocasionadas por violência doméstica, privações e carências de ordem emocionais e psíquicas.

As Doenças Gestacionais que podem ocasionar Deficiência Mental como: Citomegalovírus, Mononucleose e Hipertireoídismo.
Vale salientar importância  da realização do exame do Pezinho que mensura o índice de Fenilcetonúria  para detenção de alterações metabólicas e enzimáticas.

Quais as Principais Dificuldades do Deficiente Mental  (DM)?

  • Alteração na marcha;
  • Alterações de equilíbrio;
  • Alteração de coordenação motora;
  • Atraso Global Desenvolvimento de Fala e Linguagem;
  • Atraso no Desenvolvimento Neuropsicomotor;
  • Prejuízos cognitivos e de memórias;
  • Hipotonia generalizada;
  • Incapacidade de ter independência e autonomia total ou parcial;
  • Prejuízos nas funções básicas de sucção, mastigação, deglutição e respiratória.
  • Alterações Pulmonares de Repetição;
  • Otites de repetição;
  • Alterações associadas visuais, auditivas e físicas.

Como Tratar Deficiência Mental (DM)?

A Deficiência Mental é tratada pela equipe interdisciplinar: médico, acompanhamento nutricional, psicológico e sessões de fisioterapia e fonoaudiologia  com plano terapêutico traçado para superar dificuldades diária de cada individuo; associado ao trabalho da equipe escolar.  As sessões de terapias  são semanais de  40 minutos cada sessão  e com duração por tempo indeterminado. O empenho da criança e envolvimento da família é fundamental para evolução e reabilitação dos processos de inclusão social.

“Direitos reservados ao autor do Texto. Não pode ser reproduzido sem o devido crédito parcial ou integral.”

 


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O que é a avaliação inicial ou anamnese?

Para iniciar qualquer tratamento na área da saúde a pessoa logo após agendamento da consulta necessita passar pela Avaliação Inicial ou Anamnese: é quando profissional vai preencher um questionário que tem história do paciente quando criança, fatores como: gestação, parto, pós-parto e desenvolvimento infantil, são fundamentais para profissional ter uma noção da vida daquele sujeito; assim também analisar o contexto que aquela família vive e sua dinâmica familiar, rotina, aspectos emocionais, culturais, sócio-econômico e psicológico entre outros.
É na avaliação inicial que os exames e encaminhamentos são vistos de maneira detalhada e caso necessário são feitos novos encaminhamentos e exames.
Avaliação é o momento que o profissional examina e faz alguns testes de acordo com cada patologia e olhar clínico e a experiência profissional são fatores fundamentais para diagnóstico ou para traçar o planejamento de tratamento para cada paciente respeitando fatores individuais como: idade e aspectos: sócio-econômico, culturais, limitação física, emocional e psicológica. O tratamento difere para cada caso; mesmo em doenças mais comuns.
Vale salientar que o olhar do profissional deve ser personalizado para cada indivíduo mesmo nas doenças mais comuns.
Em casos mais complexos avaliação pode acontecer em partes em várias consultas ou sessões e em caso de diagnóstico em aberto avaliação é constante; pois olhar do profissional tem que esta atento a cada detalhe em cada sessão.
Avaliar é planejar quais serão os próximos passos para aquela patologia e como aquele profissional ou aquela equipe irá conduzir o caso.

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Mudança de tratamento:

Caso paciente mude de tratamento, de estado, país e etc; deverá submeter-se uma nova avalição inicial cada profissional ou equipe de saúde deverá traçar um planejamento o paciente pode até apresentar relatório de avaliação, porém será traçado um novo planejamento cada profissional tem jeito de desenvolver seu trabalho e carrega experiências profissionais distintas são vidas tratando de vidas. Então não existe programação como as de um computador sequenciada o profissional pode até seguir mesma técnica, método etc, porém execução difere pois as pessoas não são iguais.
É importante cada ciclo do tratamento profissional realizar Re-avaliação para mensurar evolução do tratamento e eficácia do método.
A família ou paciente tem direito de buscar uma nova avaliação ou até mesmo a recusar tratamento; cabe profissional compreender momento e os aspectos psicológico daquela família ou paciente.
No caso de reabilitação, não existe reabilitação de uma sessão ou fazer uma avaliação sair curado; nada disso existe; após diagnóstico existe tratamento para casos de doenças curáveis ou em caso de doenças incuráveis acompanhamento para retardar evolução da doença.
O profissional de saúde não faz milagres, apenas atua dentro da sua área de estudo e conhecimento.
Na área da saúde não existe avaliação grátis. Os conselhos profissionais entendem que, para o profissional atender bem um paciente foram anos de estudos, pesquisas e congressos; no qual teve um custo. Dessa forma existem leis que fiscalizam e legislam atuação de cada profissional e no qual ele tem o dever de cobrar pelo seu trabalho.
E caso você encontre por aí profissionais que oferecem serviços grátis desconfie pois, se ele não tem boa conduta com a profissão, ele terá boa conduta com o paciente? Faça essas perguntas: Ele agirá de forma ética? Será que essa pessoa tem registro profissional? Será que esse profissional tem algum tipo de processo no conselho ou na justiça? Então pegue nome e número de registro profissional e consulte.
E fuja de profissionais que não respeitam as leis, ele também não irá te respeitar como paciente.

Texto autoria: Dra Elizangela Aparecida Barbosa CRFa 16.023
Proibido a reprodução ou plágio sem autorização prévia da autora.

 


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Como surgiu o Home Care?

No ano de 1968, os serviços domiciliares no Brasil estavam, em sua maioria, restritos à vigilância epidemiológica materno- infantil. O Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo estruturou-seeiniciou suas atividades de visitação em domicílio.

Em 1986 foi fundada no Brasil a primeira agência de Home Care, chamada “Geriátricas Home Care”. Localizada no Rio de Janeiro, iniciou seus atendimentos com exclusividade para o Plano de Saúde Amil.
Quatro anos depois, em 1990, foi aprovada a Lei 8.080,em 19 de setembro,que trata das condições para promoção, proteção e recuperação da saúde da população, como também a organização e o funcionamento de serviços correspondentes, dando outras providências e regulamentando a assistência domiciliar no Brasil.

Em 1994 foi criada a Fundação de Home Care pela Volkswagen no Brasil e, em 1995, foi fundada a Associação das Empresas de Medicina Domiciliar – ABEMID. Um ano depois, em 1996, constituiu- se o NADI (Núcleo de Assistência Domiciliar Interdisciplinar) do Hospital das Clínicas de São Paulo.
A atenção em torno da assistência domiciliar foi aumentando gradativamente e, em 1998, ocorreu o I Simpósio Brasileiro de Assistência Domiciliar – SIBRAD. Neste encontro foram discutidos os aspectos mais importantes relacionados com a assistência domiciliar e pela primeira vez houve um debate sobre os modelos de assistência domiciliar nos setores público e privado.

Com a expansão dos serviços de atendimento domiciliar, passou a existir a necessidade de emissão de resoluções sobre a adequação dos profissionais para realização da função. Em 2002, o Conselho Federal de Enfermagem e o Conselho Federal de Farmácia e, em 2003, o Conselho Federal de Medicina aprovaram resoluções referentes à assistência domiciliar.

Regulamentação:

Também em 2002 o Conselho Federal de Enfermagem aprovou a resolução número 270, que definiu a regulamentação para que as empresas prestassem serviços de enfermagem domiciliar Home Care. No mesmo ano, o Conselho Federal de Farmácia editou a resolução número 386, em 12 de novembro, na qual dispõe sobre as atribuições do farmacêutico no âmbito da assistência domiciliar.

Posteriormente, em 2003, o Conselho Federal de Medicina aprovou a resolução número 1.668/2003 que dispôs sobre as técnicas necessárias à assistência domiciliar do paciente, definindo as responsabilidades e a interface multidisciplinar neste tipo de assistência.

No mesmo ano de 2003, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) publicou a Consulta Pública número 81, de 10 de outubro de 2003, relacionada com a prática da assistência domiciliar no Brasil e, em 2006, a ANVISA publicou a resolução RDC nº 11, que estipula as regras para o funcionamento de serviços de saúde que prestam atendimento domiciliar.

A partir da publicação da RDC nº 11, os serviços de saúde com atendimento domiciliar começaram a ser fiscalizados e, consequentemente, mais bem estruturados, já que passaram a seguir normas de funcionamento. O estudo completo desta resolução consta no próximo módulo.

Em maio de 2003 foi criado o Núcleo Nacional das Empresas de Serviços de Atenção Domiciliar – NEAD, com a finalidade de contribuir com o fortalecimento da modalidade de Home Care no Brasil.

No Brasil, o Home Care foi regulamentado pela Anvisa por meio da Resolução nº 11 em 26 de janeiro de 2006.

As operadoras de saúde não possuem legislação da Agência Nacional de Saúde que regulamente torne obrigatória a oferta de Atenção Domiciliar aos seus beneficiários ou conveniados, porém, em função dos benefícios que a modalidade oferece, principalmente no que diz respeito à redução de custos para os responsáveis pelo pagamento das contas hospitalares, a oferta desse tipo de atenção tornou-se prática incorporada nas 2 últimas décadas.

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O que seria a Assistência Domiciliar – ou Home Care ?

O serviço de Assistência Domiciliar tem como objetivo evitar a permanência hospitalar prolongada do paciente,a interrupção no processo da atenção e o distanciamento dos profissionais envolvidos em sua recuperação.
O serviço visa a estabilidade clínica e a superação do grau de dependência do paciente, reunindo no conforto domiciliar os cuidados e a atenção especializados.

A Assistência Domiciliar – ou Home Care – no Brasil, em suas modalidades (visita, atendimento e internação), trata-se de um modelo de cuidado médico e multiprofissional que tem por objetivo levar ao paciente, em seu domicílio,estrutura e processos assistenciais semelhantes aos oferecidos por uma instituição hospitalar.
Esses serviços resultam em menor custo para o responsável por seu pagamento emaior conforto e comodidade ao paciente e sua família.

No entanto, o modelo de assistência domiciliar ainda passa por reformulações, sendo uma prática quase exclusivamente terapêutica, baseada na medicina assistencial, reabilitadora ou paliativa, reativa a umproblema de doença já instalado, passa a receber demandas para incorporar em suas ações a promoção de saúde e as evidências damedicina preventiva.

 

Trecho do Livro: Profissionais da Saúde e Home Care.

Ano: 2017

Editora Revinter – 1ª edição

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