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A Biohouse terapias, é uma Startup em saúde focada em reabilitação de pessoas. E dentro da área de reabilitação, atendemos as seguintes especialidades: nutrição, fonoaudiologia, psicologia, fisioterapia e terapia ocupacional.

Nosso público alvo é recém-nascidos, crianças, adolescentes, adultos e idosos com ou sem algum tipo de deficiência.

Nossa franquia está pautado em três modelos de negócios:

  1.  Atendimento Domiciliar (home care) para profissionais da área de reabilitação que busquem atuar como microempreendedor com: autonomia, reconhecimento profissional, metodologia de trabalho e remuneração digna.
  2. Clínica ou Consultório para profissionais da área de saúde ou empresários que buscam maior rentabilidade, visibilidade, escala econômica com marca formatada e reconhecida por algumas operadoras de saúde.
  3. Franquia Hospitalar para hospitais que buscam marca renomada e terceirização eficiente no modelo de franquia com certificação e qualidade.

Nossa Missão, Visão e Valores:

Missão: Atuamos na área da saúde e bem estar promovendo reabilitação, confiança, autoestima na reiteração social das pessoas focando em metas, resultados e com uso de tecnologia e ciência. Realizando atendimento personalizado e exclusivo de excelência.
Visão: Pioneirismo na institucionalização das terapias em saúde e buscamos inovação tecnológica e reconhecimento da marca no Brasil e tecno-cientifica em âmbito nacional e internacional.

Valores:
Atendimento humanizado;
Atenção Integral;
Respeito, ética e sigilo;
Prestação de Serviço com atualização tecno-cientifica constante.

O Mercado que buscamos escalar:

O Mercado de Saúde Brasileiro movimenta anualmente R$ 16 bilhões, o que corresponde a 9,5% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.
Em cenário mundial 2,2 trilhões de dólares movimenta o mercado de saúde cerca de 40% desse mercado corresponde a área de reabilitação de pessoas que sofrem com alguma patologia adquirida ou nasceram com alguma deficiência e necessitam de reabilitação.
Vale ressaltar que no Brasil existem 45,6 Milhões de pessoas portadoras de alguma deficiência que necessitam de reabilitação.

Os Problemas do setor que buscamos resolver: 
  1. Mercado de reabilitação no Brasil: não há integração das especialidades.
  2. Ausência de uma Plataforma integrativa das especialidades com protocolos, formação continuada dos profissionais, games e conteúdo para motivar os pacientes em realizar exercícios de maneira lúdica para sua reabilitação.
  3. Ausência de tecnologia e inteligência artificial para reabilitação.
  4. Área da reabilitação em hospitais é negligenciada com ausência de inovação, tecnologia, formação continuada de profissionais, falta uma marca que seja ancora uma grife em reabilitação.
  5. Em hospitais, os passivos trabalhistas com profissionais são gigantescos; ou multiplicação de pessoas PJ com várias empresas com diferentes especialidades sem integração da atuação profissional, inovação e desenvolvimento de tecnologia.
  6. Área de reabilitação em “home care” também sofre negligência o que acarreta em judicialização da saúde gerando prejuízos gigantescos para os planos e seguros saúde.
  7. Ausência de uma rede de clínicas e consultórios de reabilitação.
  8.  Ausência de investimento no setor de reabilitação.
  9. 9) Falta de continuidade e integração do atendimento de reabilitação do hospital com o home care e rede de clínicas; reduzindo custo reabilitando paciente mais rápido e sem gap no processo.

E agora que você já conhece a nossa ideia, podemos conversar sobre Investment Money ?

Entre em contato:
Clínica e Escritório da Franquia:
Rua Brigadeiro Tobias, 118 Sala 2403 – Centro – São Paulo
Fone: 55 (11) 3431-9757  Cel: 55 (11) 96497-8157
contato@biohouseterapias.com.br
Dra Elizangela Barbosa
Diretora Fundadora
diretoria@biohouseterapias.com.br
https://br.linkedin.com/in/elizangela-barbosa-02233276

OBS: É proibido reprodução total ou parcial desse conteúdo protegido por lei.


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O universo materno-infantil, mais uma vez esse dueto mãe-filho tem uma importância muito grande. Existem estudos mostrando influências da alimentação desde o momento pré-concepcional, durante toda a gestação, durante a lactação e o comportamento alimentar nos primeiros anos de vida, especialmente até os 2 anos.

Apesar da figura materna ser extremamente importante fisiologicamente falando, não seria justo depositar essa responsabilidade apenas na mãe, já que o pai (e demais membros da família), apesar de não estar ligado com o bebê diretamente pelo cordão umbilical, está ligado diretamente às escolhas das compras dentro de casa e da forma com que todos se alimentam.

Na prática, a primeira medida é orientar a gestante a ter uma alimentação equilibrada, tanto no sentido de qualidade quanto no sentido de quantidade. Mas num cenário mais que ideal, o casal que deseja gerar um filho, deveria se preocupar com sua saúde desde antes de iniciar as tentativas de engravidar.

Hoje tem se falado muito sobre a microbiota intestinal (os micro-organismos que temos em nosso intestino). Dependendo da composição dessa microbiota, podem já sofrer influência tanto no sentido positivo quanto negativo em relação à obesidade e uma série de outras doenças.

Estimular o aleitamento materno é uma grande forma de prevenção da obesidade infantil. Sempre que for possível, ele deve ser iniciado na primeira hora de vida (independentemente do tipo de parto) e deverá ser orientado a livre demanda. Isso quer dizer que o bebê não tem ritmo e nem hora certa para mamar.

O conceito de livre demanda tem que ser muito bem entendido pela mãe, pelo pai, pelos membros da família que estão em volta e eu diria até pelos profissionais de saúde (médicos pediatras e nutricionistas principalmente). Caso contrário, o aleitamento materno começa a ficar em risco.

Infelizmente é comum que as mães pensem que seu leite é fraco pelo fato de o bebê querer mamar toda hora. E muitas vezes acabam complementando com leite artificial desnecessariamente.

O bebê saudável nasce com os mecanismos de fome e saciedade funcionando, então se ele quer mamar deve ser aleitado, da mesma forma que se não quer mamar, não deve ser. Quando o bebê está no aleitamento exclusivo isso se torna natural, pois ele dá os sinais que quer mamar, ele mama até se sentir saciado e se ele não quer mamar, não conseguimos fazê-lo sugar o seio materno. Nesse cenário não nos preocupamos com a quantidade de leite em mililitros que está sendo ingerida. Confiamos no bebê.

Quando o aleitamento materno não é exclusivo, quando precisamos recorrer a outros tipos de leite, podemos correr o risco de querer controlar os horários e os volumes das mamadas. Principalmente quando a criança apresenta um baixo ganho ponderal.

Por exemplo: se for preparado 90mL é natural que se tente fazer com que o bebê mame tudo, mesmo que ele pare de mamar, continua-se oferecendo. Ao longo do tempo, é como se estivéssemos “quebrando” os mecanismos de saciedade.

Da mesma forma acontece com uma criança maior quando já está comendo as refeições. Muitos de nós, pais, carregamos frases como: “tem que comer tudo”, “tem que raspar o prato”, “se não comer não vai crescer”, e várias outras. Outros de nós carrega até marcas mais profundas, de ameaças com chineladas ou colheradas sendo dadas forçadamente.

Talvez essa cultura venha da época em que havia muita desnutrição em nosso país e, de fato, as crianças doentes e apáticas não tinham força ou ânimo nem para comer. Ou era o medo dos pais em relação à possibilidade de perda, já que podem ter presenciado muitas crianças que morriam das complicações da fome e desnutrição.

Da mesma forma que respeitamos o bebê em aleitamento materno, acreditando que ele mama o quanto precisa, precisamos respeitar e confiar que aquele mesmo ser, agora um pouco mais crescido, continua sabendo o quanto precisa de comida também.

Quando é feito o contrário, ficamos forçando a criança a comer tudo que nós colocamos no prato dela, ou ficamos dando prêmios por ela ter comido tudo, vamos “quebrando” os mecanismos de saciedade, e depois fica muito mais complicado de voltar atrás.

Desde sempre, precisamos ensinar a criança a ter uma boa relação com a comida. Proporcionar um ambiente agradável, tranquilo, sem brigas, sem eletrônicos ou distrações, ajuda a criança a se concentrar na comida e perceber se está satisfeita.

Estimular que a criança conheça e prove todos os sabores: azedo, amargo, doce e salgado, desde a introdução alimentar.

Nesse contexto, métodos de introdução alimentar que contam com a participação mais ativa da criança, como o BLW. Ou mesmo que os pais deixem a criança tocar na comida, ter as sensações, poder explorar o alimento, sem medo da sujeira ou da criança estar brincando com a comida. Tudo isso favorece que o ato de se alimentar seja mais natural e mais leve.

Idealmente fazer as refeições com toda a família à mesa, evitar beliscos entre as refeições, evitar substituir a comida por guloseimas ou lanches também ajuda a criar um bom vínculo com a comida.

Cuidar da rotina de forma geral, para que a criança tenha uma boa qualidade de sono, que tenha uma atividade física regular e pouco tempo de acesso às telas (2 horas por dia, no máximo) também é um cuidado que devemos ter.

A prevenção ainda é o melhor caminho. Lembremos que a criança é o espelho da família. Todos juntos, com novos hábitos, podemos diminuir os números alarmantes da Obesidade Infantil.

Nossa missão reabilitar e lhe proporcionar o melhor atendimento venha para Clínica BIOHOUSE Terapias nossas especialidades são: fonoaudiologia, nutrição, psicologia, terapia ocupacional e fisioterapia.

           Nosso endereço: Rua Brigadeiro Tobias, 118 Sala 2403 – andar 24 – Centro de São Paulo – SP.

E atendemos também atendimento domiciliar (home care), o custo deslocamento é passeado no CEP de atendimento entre em contato pelo nosso WhatsApp (11) 96497-8157 e passamos valor da consulta.  Agende sua consulta!


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Orientações Gerais para Profissionais no Atendimento Domiciliar:

Vale apenas ressaltar que o profissional da saúde tem que ser imparcial, seja com a família, o paciente e com as empresas envolvidas no processo. Ele deve executar os procedimentos sem envolvimento pessoal e emocional, mantendo uma postura ética conforme prevê o código de ética de cada profissão.

  • O profissional deve ter discurso claro e coeso, sem opiniões, fofocas e discussões.
  • Não falar mal ou denegrir colegas e a empresa ou operadora de saúde.
  • Os profissionais não poderão discutir, abordar assuntos impertinentes ou até mesmo sobre a doença ou o paciente e seus familiares dentro da residência.
  • O profissional deverá atender com roupas próprias, sem roupas curtas, minissaias, roupa colada, tipo calças legging, de contton, salto alto, unhas grandes e sujas etc. O profissional de enfermagem deverá usar chinelo apenas para dar banho no paciente e não ficar circulando na casa de chinelo e de roupas como se estivesse em sua casa.
  • O profissional de enfermagem é prestador de serviço, não funcionário da casa.
  • O profissional não poderá falar mal ou questionar a postura de outro profissional da saúde no domicílio.
  • O profissional deverá ser gentil e cordial com os colegas de trabalho, cuidadores e familiares em qualquer situação.
  • Seja otimista e bem-humorado.
  • Seja humilde e solícito.
  • Postura profissional é fundamental ao reconhecimento e consolidação de uma carreira na área da saúde.

 

Trecho do Livro: Profissionais da Saúde e Home Care.

Ano: 2017

Editora Revinter – 1ª edição

Proibido o uso do conteúdo total ou parcial, sem autorização.


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A Psicologia do Desenvolvimento Humano estuda a pessoa humana em todos os seus aspectos: físico motor; intelectual; afetivo-emocional e social.

Estuda como e porque o indivíduo se comporta de determinada forma em uma situação de acordo com momento e fase da sua vida. Observado e tentando  conhecer as características comuns de uma faixa etária, considerando as características universais e individuais e correlacionar com fatores que influenciam o desenvolvimento.

A Psicologia do Desenvolvimento Humano 
Psicologia do Desenvolvimento Humano divide em quatro fatores que influenciam o desenvolvimento humano:
– Hereditariedade: carga genética, potencial que pode ou não se desenvolver.
– Crescimento: aspecto físico de cada indivíduo.
– Maturação Neurofisiológica: é o que torna possível determinado padrão de comportamento.
– Meio: influências e estimulação alteram o comportamento do indivíduo.

O que é Desenvolvimento Humano?

São as mudanças nas estruturas físicas, neurológicas, cognitivas e comportamentais que emergem de maneira ordenada e são relativamente duradouras.

Quais as Metas da Psicologia do Desenvolvimento Humano?

  • Compreender as mudanças que aparecem ser universais.
  • Explicar as diferenças individuais
  • Explicar como o comportamento é influenciado pelo contexto ou situação ambiental.

 

Quais as Fases do Desenvolvimento Humano?

– Pré-Natal: quando indivíduo ainda é um embrião e recebe toda carga genética física, emocional, afetiva e biológica dos pais.
– Nascimento: no ato do nascimento o indivíduo começa interagir com meio externo inicia-se processo de crescimento e desenvolvimento físico-motor, cognitivo, emocional, intelectual e social.
–Infância: é na infância que a criança em desenvolvimento experimenta mudanças, posterior estabilidade passando de um estágio para outro.
– Adolescência: é período de transição entre a infância e a vida adulta; ou seja transição do período de dependência  dos pais para período de treinamento da  independência,  autonomia  e responsabilidades. Momento das alterações físicas e hormonais para desenvolvimento psicossexual.
– Adulto: é momento  de total da independência, autonomia  e responsabilidades. A busca e o alcance da estabilidade emocional, financeira, profissional e afetiva.
– Idoso: é momento  do declínio físico, ausência dos filhos, perda de amigos e cônjuge, fase também do renascimento para novos desafios e perspectivas para uma vida saudável e feliz.

Em qualquer fase da vida a Psicologia está a serviço das pessoas para auxilia-las a viver melhor  e enfrentar os desafios da vida cotidiana e compreender  melhor o seu “eu” e o meio que indivíduo está inserido.

“Direitos reservados ao autor do Texto. Não pode ser reproduzido sem o devido crédito parcial ou integral.”

 


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A Assistência Domiciliar em Psicologia, ou, ainda, Home-Based Therapy, ou atendimento psicológico Home Care, é a assistência psicológica em domicílio  entendendo como domicílio não apenas a residência do paciente, mas também casas de repouso, hospitais, hospitais psiquiátricos, entre outros.

Os principais indicadores de assistência domiciliar em psicologia ocorrem em função de:

  • Limitações Logísticas: quando há dificuldade de organizar e locomover vários membros da família ao consultório, principalmente em casos de famílias maiores. Às vezes a única forma de se conseguir promover Terapia Familiar é efetuar os atendimentos na residência da própria família.
  • Vantagens Clínicas: compreendem alguns dos atendimentos a crianças e adolescentes,no que tange à psicoeducação e também ao AT (Acompanhamento Terapêutico). No caso da psicoeducação, efetuar esse tipo de terapia no ambiente domiciliar torna possível analisar as contingências sociais da criança, pais, avós, babá, irmãos etc. De igual forma,o AT permite ao psicólogo analisar e pontuar, quase que imediatamente, as relações do paciente com o meio social.
  • Limitações Físicas: é o grupo de pacientes que tem dificuldade de locomoção. Neste grupo enquadram-se os idosos, os portadores de deficiência física, pessoas que sofreram acidentes e,temporariamente,têmdificuldadeemlocomover-se, pessoas acamadas, pessoas mais fracas por conta de tratamento oncológico, que sofreram AVC, entre outros.
  • Limitações Clínicas: compreendemos casos clínicos,quando críticos, de fobia social, ansiedade, depressão e outros que desmotivamas pessoas a saírem de casa,tornando possível a terapia apenas se realizada no ambiente domiciliar.

 

 

Trecho do Livro: Profissionais da Saúde e Home Care.

Ano: 2017

Editora Revinter – 1ª edição

Proibido o uso do conteúdo total ou parcial, sem autorização.

 

Direitos reservados a BioHouse Terapias.

 


Você profissional de uma das seguintes áreas venha ser um franqueado: fonoaudiologia, fisioterapia, nutrição, psicologia e terapia ocupacional.

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