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É no sono que a criança se desenvolve e cresce. O sistema imunológico da criança é fortalecido durante o sono. Os pequeninos que não desfrutam de um sono adequado podem ficar mais suscetíveis a doenças, pois durante o sono produzimos anticorpos e proteínas que ajudam na imunidade. A privação do sono pode gerar dificuldade na aprendizagem visual e motora, influenciam o comportamento, o desenvolvimento e o relacionamento com a família.

Como é o padrão de sono por idade:

Recém-nascido (até 3 meses): pode ter um tempo de sono superior a 16 horas, ainda relaciona a mamada ao sono, comum dormir após mamar, a produção de melatonina é muito irregular, portanto seu padrão de sono também. Pode dormir 3 horas seguidas, como pode acordar de hora em hora.

3 a 12 meses: a sua soneca diurna pode durar até 3 ou 4 horas, em média 3 a 4 vezes ao dia; aos poucos irá ter uma fase de sono noturna mais longa.
1 a 3 anos: em geral fazem uma soneca de dia, após os 2 anos podem não fazer mais nenhuma; dormem à noite de 10 a 12 horas.
3 a 5 anos: podem ter uma ou nenhuma soneca, tem padrão de sono semelhante ao adulto.

Só consideramos uma boa soneca, quando o bebê ou criança adormece por no mínimo 1 hora, caso seu bebê desperte antes disso, estimule que ele volte a dormir e estique um pouco mais o tempo da soneca. Muitos pais acreditam que deixando os filhos cansados e não realizando as sonecas, esse dormirá com mais facilidade ou a noite toda, mas o acúmulo do cansaço, aumenta o nível de cortisol e a irritação, fazendo com que a criança durma menos, demore mais para adormecer e desperte a noite.

A fase entre 5 e doze anos de idade é realmente a mais desperta na vida de uma criança, geralmente elas dormem bem de noite e ficam despertas durante todo o dia, podendo não haver nenhuma soneca diurna. Quando ainda necessitam de sonecas diárias, pode ser observado se não há uma privação de sono crônica.

Falando principalmente dos bebês, a partir de 3 meses, existem diversos fatores que podem fazê-lo despertar durante o sono, vale lembrar que até 1 ano a criança pode acordar durante a noite para mamar, pois não tem a sua ingesta diária de alimentos pode ainda não ser suficiente para que a criança durma a noite toda. Ainda vale lembrar que existem muitos fatores que podem interferir no sono noturno como picos de crescimento, saltos de desenvolvimento, quando a criança está doente, nascimento dos dentes, roupa (excesso ou pouca), temperatura do quarto não adequada (calor, frio), quarto com excesso de luminosidade, entre outros.

Existem alguns outros fatores que influenciam, como ter muitos estímulos antes de dormir (brincar com a criança de correr por exemplo, deixar ligada a tv e com som alto), faz com que a melatonina seja inibida e assim, a criança demore para conseguir dormir, por isso, em média 1h a 1h30min antes de dormir, reduzir a luminosidade e ruídos do ambiente, realizar brincadeiras calmas, pode dar um banho para acalmar, contar história, ouvir música baixa e calma e dormir.

Outro fator importante, que muitas vezes é deixado de lado pelos pais é que a criança que não dorme bem de dia, não dorme bem à noite. De acordo com a fase, precisa realizar sonecas diurnas, para evitar o acúmulo de cansaço e a irritação, para assim, melhorar o sono noturno também. Para a última soneca do dia, sempre acordar a criança três horas antes da hora de deitar na cama para dormir à noite.

Talvez o principal motivo seja a falta de rotina. A criança que não tem rotina não está preparada para o que está por vir no seu dia a dia, se todos os dias acontece a redução de estímulos comentada acima, colocar o pijama, escovar os dentes, etc a criança já entende qual é o momento de desacelerar e fica pronta para isso; quando se repetem diariamente, a criança vai inclusive, com o passar do tempo, demonstrar sinais de sono, entre os quais: começam a bocejar, puxam as orelhas, esfregam as mãos no rosto, perdem interesse por brincar, ficam irritadas. Importante aprender a observar esses sinais, pois assim, quando iniciar já é hora de colocar para dormir, antes que a criança fique nervosa e comece aquele choro inconsolável.

Por volta dos 9 meses pode acontecer a angústia da separação, é quando o bebê percebe que não é mais um extensão do corpo da mãe, porém pode ocorrer em qualquer momento, quando a mãe volta a trabalhar por exemplo, e a criança sente sua falta de dia, podendo afetar no sono noturno.

Nossa missão reabilitar e lhe proporcionar o melhor atendimento venha para Clínica BIOHOUSE Terapias nossas especialidades são: fonoaudiologia, nutrição, psicologia, terapia ocupacional e fisioterapia.

Nosso endereço: Rua Brigadeiro Tobias, 118 Sala 2403 – andar 24 – Centro de São Paulo – SP.



9 Alterações de Comportamento na Pessoa com Alzheimer:

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1) INSÔNIA

– Procure deixar o ambiente do quarto silencioso e com pouca luz.
– Certifique-se de que a cama e as roupas usadas pelo paciente para dormir, sejam confortáveis e não esteja molhada, para que ele não se sinta apertado e não passe frio ou calor.
– Tente evitar que o paciente durma durante o dia, envolvendo-o em atividades agradáveis que afastem o sono.

2) DELÍRIOS

– O paciente com alzheimer tem a sensação de está sendo perseguido, tente explicar o que está acontecendo, onde ele está e que ninguém fará mal a ele.
– Sempre dê parâmetro de realidade explicitando fatos.
– E se uma determinada pessoa for considerada nociva, certamente será incluída no delírio e isso a afastará de qualquer possibilidade de oferecer ajuda.

3) ALUCINAÇÕES

– Em hipótese nem uma não discuta com o paciente com alzheimer sobre a veracidade do que ele está vendo ou ouvindo.
– Certifique-se que no ambiente não há algum objeto ou fator desencadeante da alucinação como por exemplos: uma planta fazendo sombra, o vento fazendo barulho na cortina, objeto de decoração que a perturbe.

4) SEXUALIDADE EXACERBADA

– Evite situações, sons e imagens que possam ocasionar estimulação sexual.
– Na hora da higiene íntima esclareça informe paciente que é o momento da higienização, explicando porque e para que do fato.
– Procure médico e ou psicólogo para identificação e solução do problema.

5) PERAMBULAÇÃO

– Na parte interna das roupas faça identificação com: nome, endereço e número de telefone.
– Esconda as chaves da casa e do carro para evitar que paciente tente sair de casa.
– Coloque nas portas e portões sinos ou até câmeras para evitar fuga do paciente.

6) AGRESSIVIDADE

– Em caso de agressividade tente mudar o foco chamando a atenção do paciente para outra coisa como paisagem, fotos, música e etc… como uma tentativa para acalma-lo.
– Proponha fazer outra atividade do tipo motora como: caminhar.
– E tente de maneira sutil descobrir o motivo da reação da agressividade e evite repetir a situação.

7) DEPRESSÂO

– A depressão necessita de tratamento psicológico e medicamentoso, não espere, pois o quadro não melhora sozinho, apenas se agravam com o tempo. O tratamento miniminiza o sofrimento do paciente.
– Sempre propicie acolhimento do paciente em meio às conversas e atividades familiares; pois exclusão apenas agrava o quadro.
– A expressão de amor, carinho e cuidado ajuda o paciente sair do quadro de depressão.

8) ANSIEDADE

– Mantenha ambiente calmo, organizado, seguro e agradável para rotina do paciente.
– Evite conversas, brigas e discussões desnecessárias na frente ou próximo do paciente.
– Evite gritar ou falar alto com paciente.
– Evite toda e qualquer agitação desnecessária no ambiente que paciente está inserido.

9) MANEJO DE SINTOMAS

– Evite reações emocionais negativas com ou na frente do paciente.
– Nunca trate o paciente com impaciência, agressividade ou ainda com irritabilidade esses sentimentos podem aumentar conflito e ocasionar no paciente repudia, distanciamento; além de gerar sentimentos de impotência, medo, tristeza, desânimo, dificuldades de lidar com perdas.
– Não trate o paciente com desprezo e indiferença.
– Nunca ignore os desejos e atitudes do paciente porque ele não se recordará depois esse fato poderá enfraquecer os vínculos e a interação social do paciente.
– A ausência de resposta favorece a passividade e pode exacerbar confusão e até agressividade.
-Não use aceitação com permissividade excessiva; tente entender as atitudes do pacientes e apresentar os riscos para aquela situação e impor postura de cuidados com imposição de limites.

“Direitos reservados ao autor do Texto. Não pode ser reproduzido sem o devido crédito parcial ou integral.”


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O Cuidador de Idoso, como o próprio nome diz, cuida e auxilia as pessoas idosas em sua rotina e atividades diárias.

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O Cuidador Infantil, ou Cuidador de Desenvolvimento Infantil, auxilia crianças compatologia ou síndrome; além de cuidar e auxiliar na rotina e atividades da criança, participa do processo escolar. Vale salientar que Cuidador Infantil não é babá ou baby sitter; são funções distintas e o cuidador infantil deve ter conhecimento de cuidados em saúde e desenvolvimento infantil.

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Outro fato é que muitas famílias buscam nas ações judiciais auxiliares de enfermagem 12 ou 24 horas como instrumento de fuga da sua responsabilidade e de delegar sua obrigação de cuidar do idoso ou da criança para a operadora de saúde e não contratar o cuidador. Lembrando que o Programa de Assistência Domiciliar é para pacientes de alta complexidade e que mesmo com equipe de enfermagem no domicílio é necessária a figura do cuidador profissional ou familiar.

Funções do cuidador

  • Ajudar, estimular e realizar, caso seja indispensável, as atividades de vida diária, ou seja, as higienes pessoal e bucal, alimentação, locomoção etc.
  • Cuidar do vestuário (organizar a roupa que vai ser usada, dando sempre à pessoa idosa o direito de escolha), manter o armário e os objetos de uso arrumados e nos locais habituais; e cuidar da aparência do paciente (cuidar das unhas, cabelos) de modo a aumentar sua autoestima.
  • Facilitar e estimular a comunicação com o paciente, conversando com ele ouvindo-o; acompanhando-o em seus passeios e incentivando-o a realizar exercícios físicos, sempre que autorizados pelos profissionais de saúde, e a participar de atividades de lazer. Desta forma, ajudará a sua inclusão social e a melhorar sua saúde.
  • Acompanhar o paciente nos exames, consultas e tratamentos de saúde,e transmitir aos profissionais de saúde as mudanças no comportamento, humor ou aparecimento de alterações físicas (temperatura, pressão, sono etc.).
  • Cuidar da medicação oral do paciente em dose e horário prescritos pelo médico. Em caso de injeções,mesmo com receita médica, é proibido ao cuidador aplicá-las. Ele deverá recorrer a um profissional da área de enfermagem.
  • Estimular a autossuficiência da pessoa idosa. Por isso o cuidador deverá, sempre que possível, fazer com ela e não para ela.
  • Assistir a pessoa idosa ou com deficiência a movimentar-se dentro de sua casa.
  • Ajudar na higiene e cuidados pessoais do paciente (pentear, tomar banho etc.).
  • Procurar proporcionar conforto e tranquilizar o paciente em situações de crise (p. ex.,quando fica agitado ou ansioso).
  • Ajudar na comunicação com os outros, quando existem dificuldades para expressar-se.
  • Desenvolver atividades de estímulo/comunicação motoras e cognitivas, de acordo com orientações.
  • Auxiliar nas atividades de relações sociais.

 

Trecho do Livro: Profissionais da Saúde e Home Care.

Ano: 2017

Editora Revinter – 1ª edição

Proibido o uso do conteúdo total ou parcial, sem autorização.

Direitos reservados a BioHouse Terapias.


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Cuidador

Todo usuário indicado à inclusão para assistência em domicílio deverá indicar pessoa responsável que elegerá Cuidador, condição imprescindível à implantação do Programa.
O Cuidador é o indivíduo que auxilia o paciente com dependência total ou parcial nos cuidados de vida diários. Ele pode ser um familiar ou remunerado pela família.
Ele é o representante legal do paciente e seus familiares para que os procedimentos possam ser realizados num padrão de segurança e legalidade para profissionais, operadora de saúde, paciente e familiares sem ônus para nenhuma das partes envolvidas no processo. Em caso que necessite de enfermagem diária, há necessidade de um cuidador remunerado ou da família para que processo aconteça de maneira segura e eficiente.
O trabalho da equipe interdisciplinar é ensinar ao cuidador e à família a lidarem com as dificuldades do dia a dia do doente crônico, e não assumir os cuidados que são obrigações da família, como higiene, alimentação, conforto, vestuário, posicionamento etc. O doente crônico é, legalmente,de responsabilidade da família.
O Cuidador nunca é contratado pela operadora de saúde, é uma responsabilidade única e exclusiva da família.

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Trecho do Livro: Profissionais da Saúde e Home Care.

Ano: 2017

Editora Revinter – 1ª edição

Proibido o uso do conteúdo total ou parcial, sem autorização.

Direitos reservados a BioHouse Terapias.


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 Fisioterapia domiciliar é empregada em pacientes que não necessitam de internação iminente. É uma modalidade de atendimento programado e continuada atividade ambulatorial. Seu diferencial é a readaptação do doente ao ambiente que vive. Prioriza a reabilitação para a independência funcional e o readapta para realizar as atividades do dia a dia.
Além dos cuidados preventivos, a fisioterapia domiciliar exerce o cuidado paliativo, promovendo melhoria na qualidade de vida do paciente que, muitas vezes, está restrito ao leito; por doenças que levam à interrupção na continuidade de vida. Assim, permite ao doente uma reabilitação, sem que necessite abdicar do ambiente familiar, permitindo a interação doente/família, transformando o momento, mais confortável e seguro.
É uma modalidade suigeneris de oferta de serviços de saúde. A empresa provê cuidados, tratamentos, produtos, equipamentos, serviços especializados e específicos para cada paciente, em um ambiente extra institucional de saúde mais especificamente, porém, não tão somente, nas suas residências.

 Fisioterapia domiciliar

Fisioterapia na Assistência Domiciliar:

Em Assistência Domiciliar, a condição clínica ou enfermidade do paciente torna-se parte de um plano de tratamento global integrado, cuja finalidade é a ação preventiva, curativa, reabilitadora e/ou paliativa especializada. Poucos serviços de saúde têm estas características.
O tratamento fisioterápico dá-se por meio de técnicas e métodos manuais, com base em conhecimentos científicos, e através de aparelhos que proporcionam vários métodos terapêuticos. Hoje em dia, o emprego de aparelhos no tratamento está mais acessível na fisioterapia em casa.
Atualmente, é possível termos uma clínica Home Care, pois muitos aparelhos já se encontram de forma compacta e portátil, não privando o paciente de qualquer recurso terapêutico oferecidos em clínicas convencionais.
A singularidade desses serviços fundamenta-se no método de operação. A metodologia integrada envolve todos os fatores que contribuem para a saúde física, social, espiritual e psicológica do paciente e do cuidador.
O Programa de Assistência Domiciliar explora todos esses fatores e utiliza uma metodologia adequada de questionamento, avaliação, planejamento, implementação, acompanhamento e finalização de um conjunto de ações diretamente relacionadas com metas bem estabelecidas por uma equipe multidisciplinar.

 

 

Trecho do Livro: Profissionais da Saúde e Home Care.

Ano: 2017

Editora Revinter – 1ª edição

Proibido o uso do conteúdo total ou parcial, sem autorização.

Direitos reservados a BioHouse Terapias.



Existem algumas especialidades dentro da fisioterapia, entre elas:

Fisioterapia Oncológica

É um dos procedimentos que estão sendo adotados nesse sentido, tanto no pré quanto no pós-operatório de câncer, como também durante todo o tratamento. Esse recurso pode ser utilizado em todos os casos, como nos de câncer de mama, tumores de cabeçaepescoço,alémdos relacionados como sistema musculo esquelético.

A Fisioterapia pode ser fundamental no tratamento do paciente com diagnóstico de câncer ao oferecer acompanhamento às diversas alterações que podem ocorrer,mesmodiante de muitos comprometimentosque se apresentam,comoedemademembros, alterações musculares, constipação, alterações neurológicas, alterações respiratórias, dores musculares por disfunções posturais, dores teciduais e cicatriciais e dores tendinosas e articulares, alterações ósseas, alterações circulatórias (flebites, linfangites, alterações linfáticas) e alterações vasculares em membro superior após aplicação da quimioterapia.

Dentre os procedimentos fisioterapêuticos que podem ser empregados na Fisioterapia Oncológica, destacamos:drenagem linfática manual, exercícios ativos e passivos, alongamentos e resistidos conforme cada alteração muscular que se apresente, exercícios respiratórios paramelhor funcionamento diafragmático, pulmonar e retirada de secreções,treino de marcha,equilíbrio e para outras disfunções neurológicas,reeducação postural (método de cadeias musculares), orientações a familiares e cuidadores, readaptação domiciliar como intuito de facilitar o deslocamento, readaptação ocupacional, caso haja necessidade.

O tratamento fisioterapêutico também é importante durante as fases de quimio e radioterapia.

Fisioterapia Reumatológica

Consiste, basicamente, no tratamento de patologias crônico-degenerativas, como artrite reumatoide,artrose,osteoporose,osteoartrose, entre outras. A prevalência dessas patologias aumenta com a idade e,como são crônicas,quanto antes e melhor for seu tratamento,mais difícil ter chances de sequelas que possam alterar a qualidade de vida do indivíduo.

As doenças reumáticas acometem o sistema osteoarticular e são mais conhecidas como doenças crônico-degenerativas, e o objetivo da fisioterapia é minimizar dores e incapacidades geradas por tais patologias por meio da utilização de recursos eletroanalgésicos, da aplicação de técnicas de terapiamanual e de atividades que estimulem a movimentação articular, buscando, assim,prevenir a instalação de deformidades,bem como evitar a
progressão de deformidades já instaladas, tentando sempre manter boa qualidade de vida.

Fisioterapia Gestacional

Em primeiro lugar,é importante que o médico libere a futura mamãe para este tipo de atividade.Além disso,é indispensável fazer uma avaliação prévia para saber se está tudo bem para começar a prática dos exercícios.

Durante a gravidez ocorrem intensas alterações físicas,musculo esqueléticas e emocionais e, ainda assim, uma condição de saúde.O fisioterapeuta acompanha e avalia as alterações físicas, como foco na manutenção da saúde,pois a fisioterapia para gestantes pode ajudar para que a gravidez seja aindamais saudável
para mãe e bebê.
Entre as atividades trabalhadas com as gestantes estão os alongamentos, exercícios de fortalecimento muscular, exercícios respiratórios para relaxamento e muito mais.

Após o parto,a fisioterapia continua a contribuir para amenizar os efeitos pós-gravidez. As atividades ajudam não só a recuperar o corpo aos poucos,mas, também,a tratar algumas disfunções uroginecológias,como incontinência urinária,algumasmusculoesqueléticas e outras, a diminuindo, assim, desconfortos e dores.

Fisioterapia Respiratória

A respiração éumprocesso fundamental à vida.É neste processo que ocorre a troca gasosa nos pulmões, ou seja, os movimentos de inspiração e expiração.

O fisioterapeuta atua nos diversos níveis do atendimento aos pacientes com disfunções respiratórias, como Unidades de Terapia Intensiva (UTI),enfermarias,ambulatórios, Home Care e Unidades Básicas de Saúde (UBS). A fisioterapia tem várias abordagens no tratamento dos pacientes pneumopatas, dentre elas manutenção e/ou melhora da ventilação alveolar, prevenção de crises respiratórias, educação ao paciente, suporte ventilatório nos períodos de crise e/ou insuficiência respiratória e melhora da capacidade física.

Para atingir seus objetivos, o Fisioterapeuta utiliza técnicas manuais e/ou instrumentais: o exercício, o posicionamento, a educação e o aconselhamento.

Fisioterapia Neurológica

Os distúrbios neurológicos geralmente causam problemas temporários ou permanentes que prejudicam o indivíduo em suas funções diárias e profissionais,tornando-os,muitas vezes, dependentes parcial ou completamente de outras pessoas.

O impacto nos domínios econômicos, sociais, físicos e emocionais é marcante. Por isso, pesquisas sobre os mecanismos de recuperação da função, após lesão, e da eficácia de tratamentos para melhorar a recuperação e prevenir complicações são, crescentemente, divulgadas.

Sendo assim,a abordagem fisioterapêutica ao paciente neurológico está cada vez mais especializada para cada condição. A seleção apropriada dos recursos e do momento oportuno de sua realização contribui, substancialmente, para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares,mesmo em caso de distúrbios neurológicos persistentes.

Fisioterapia Motora

A intervenção da fisioterapia tráumato-ortopédica é de suma importância na prevenção e no tratamento de distúrbios do sistema musculo esquelético, osteomioarticulares e tendíneas, e nos casos de trauma,em que o paciente tenha sofrido algum procedimento cirúrgico. O tratamento visa maximizar a funcionalidade do paciente,reduzindo o quadro doloroso e as alterações encontradas no sistema motor. Por meio de avaliações detalhadas do paciente, é possível observar desequilíbrios musculares e posturas viciosas adquiridas no dia a dia, o que pode levar a futuras lesões e traumas, como as fraturas.

No âmbito ocupacional, o trabalhador está exposto a movimentos repetitivos que geram uma lesão do sistema musculo esquelético em razão da utilização excessiva e da falta de tempo para a recuperação.
A fisioterapia tráumato-ortopédica adota medidas educacionais quanto aposturas e como manter boa funcionalidade do sistema musculo esquelético.

Fisioterapia Geriátrica

O envelhecimento é inevitável,porém,o envelhecimento saudável é resultado da integralidade multidimensional entre a saúde física,mental, independência na vida diária, socialização, suporte familiar e independência econômica. A Fisioterapia Geriátrica proporciona ao paciente o envelhecimento com qualidade de vida,amelhora notável em sua capacidade de locomoção e equilíbrio, bem como a coordenação dessas funções,o aumento da força muscular e das funções damemória do idoso. Ainda garante a independência e o conforto na realização de atividades por parte dos pacientes idosos em seu dia a dia.

Fisioterapia Pediátrica

É o ramo da Fisioterapia que utiliza uma abordagem com base em técnicas neurológicas e cardiorrespiratórias especializadas, buscando integrar os objetivos fisioterápicos com atividades lúdicas e sociais, levando a criança à maior integração comsua família e a sociedade.

Técnicas de fisioterapia respiratória pediátrica sãomuito utilizadas em unidades hospitalares, consultórios e em domicílio como tratamento coadjuvante de doenças pulmonares. Em unidades de terapia intensiva, fazem parte do corpo clínico permanente e são profissionais altamente requisitados para a realização de alguns procedimentos, como a aplicação da ventilação mecânica não invasiva – VMNI.

A fisioterapia pediátricamotora também é uma subespecialidade da fisioterapia pediátrica muito difundida e com resultados comprovados por vários trabalhos científicos.
O fisioterapeuta pediátrico/pediatra utilizam técnicas há muito aperfeiçoadas e consagradas por anos de bons resultados no tratamento de pacientes neonatais, lactentes e pediátricos, entre elas o baby bobath,o posicionamento no leito e o reequilíbrio toracoabdominal – RTA.

Trecho do Livro: Profissionais da Saúde e Home Care.

Ano: 2017

Editora Revinter – 1ª edição

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Direitos reservados a BioHouse Terapias.


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Abaixo estão relacionados os casos mais comuns para a busca de uma terapia psicológica domiciliar:

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  • Queixas relacionadas como âmbito familiar: desestruturação familiar, problemas de relacionamento,parceiro, famílias que não conseguem organizar-se para todos os seus membros irem até o consultório.
  • Adolescentes e juventude: distância da família, isolamento e relações sociais, conflitos com autoridade, desempenho escolar, convivência.
  • Crianças e psicoeducação de pais: relacionamento na escola, bullying, relacionamento com adultos, hábitos alimentares, sono e problemas de comportamento (geralmente as crianças comportam-se de forma diferente em seu próprio lar, possibilitando ao psicólogo identificar mais rapidamente, facilitando as intervenções).
  • Queixas relativas ao profundo estado de depressão, ansiedade, fobia social, angústia, insegurança, entre outras, que limitam a saída de casa.
  • Depressão pós-parto.
  • Pessoas de qualquer idade e familiares que lidam com espera de exames importantes, medo de doença grave ou antes de realização de procedimentos cirúrgicos delicados.
  • Pessoas que desejam fazer terapia, mas não podem ou têm dificuldade de locomoção, como idosos e portadores de deficiência física.
  • Necessidade de repensar o sentido da vida, frente ao luto pela perda de uma pessoa amada.

 

 

Trecho do Livro: Profissionais da Saúde e Home Care.

Ano: 2017

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Você profissional de uma das seguintes áreas venha ser um franqueado: fonoaudiologia, fisioterapia, nutrição, psicologia e terapia ocupacional.

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