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Existem algumas especialidades dentro da fisioterapia, entre elas:

Fisioterapia Oncológica

É um dos procedimentos que estão sendo adotados nesse sentido, tanto no pré quanto no pós-operatório de câncer, como também durante todo o tratamento. Esse recurso pode ser utilizado em todos os casos, como nos de câncer de mama, tumores de cabeçaepescoço,alémdos relacionados como sistema musculo esquelético.

A Fisioterapia pode ser fundamental no tratamento do paciente com diagnóstico de câncer ao oferecer acompanhamento às diversas alterações que podem ocorrer,mesmodiante de muitos comprometimentosque se apresentam,comoedemademembros, alterações musculares, constipação, alterações neurológicas, alterações respiratórias, dores musculares por disfunções posturais, dores teciduais e cicatriciais e dores tendinosas e articulares, alterações ósseas, alterações circulatórias (flebites, linfangites, alterações linfáticas) e alterações vasculares em membro superior após aplicação da quimioterapia.

Dentre os procedimentos fisioterapêuticos que podem ser empregados na Fisioterapia Oncológica, destacamos:drenagem linfática manual, exercícios ativos e passivos, alongamentos e resistidos conforme cada alteração muscular que se apresente, exercícios respiratórios paramelhor funcionamento diafragmático, pulmonar e retirada de secreções,treino de marcha,equilíbrio e para outras disfunções neurológicas,reeducação postural (método de cadeias musculares), orientações a familiares e cuidadores, readaptação domiciliar como intuito de facilitar o deslocamento, readaptação ocupacional, caso haja necessidade.

O tratamento fisioterapêutico também é importante durante as fases de quimio e radioterapia.

Fisioterapia Reumatológica

Consiste, basicamente, no tratamento de patologias crônico-degenerativas, como artrite reumatoide,artrose,osteoporose,osteoartrose, entre outras. A prevalência dessas patologias aumenta com a idade e,como são crônicas,quanto antes e melhor for seu tratamento,mais difícil ter chances de sequelas que possam alterar a qualidade de vida do indivíduo.

As doenças reumáticas acometem o sistema osteoarticular e são mais conhecidas como doenças crônico-degenerativas, e o objetivo da fisioterapia é minimizar dores e incapacidades geradas por tais patologias por meio da utilização de recursos eletroanalgésicos, da aplicação de técnicas de terapiamanual e de atividades que estimulem a movimentação articular, buscando, assim,prevenir a instalação de deformidades,bem como evitar a
progressão de deformidades já instaladas, tentando sempre manter boa qualidade de vida.

Fisioterapia Gestacional

Em primeiro lugar,é importante que o médico libere a futura mamãe para este tipo de atividade.Além disso,é indispensável fazer uma avaliação prévia para saber se está tudo bem para começar a prática dos exercícios.

Durante a gravidez ocorrem intensas alterações físicas,musculo esqueléticas e emocionais e, ainda assim, uma condição de saúde.O fisioterapeuta acompanha e avalia as alterações físicas, como foco na manutenção da saúde,pois a fisioterapia para gestantes pode ajudar para que a gravidez seja aindamais saudável
para mãe e bebê.
Entre as atividades trabalhadas com as gestantes estão os alongamentos, exercícios de fortalecimento muscular, exercícios respiratórios para relaxamento e muito mais.

Após o parto,a fisioterapia continua a contribuir para amenizar os efeitos pós-gravidez. As atividades ajudam não só a recuperar o corpo aos poucos,mas, também,a tratar algumas disfunções uroginecológias,como incontinência urinária,algumasmusculoesqueléticas e outras, a diminuindo, assim, desconfortos e dores.

Fisioterapia Respiratória

A respiração éumprocesso fundamental à vida.É neste processo que ocorre a troca gasosa nos pulmões, ou seja, os movimentos de inspiração e expiração.

O fisioterapeuta atua nos diversos níveis do atendimento aos pacientes com disfunções respiratórias, como Unidades de Terapia Intensiva (UTI),enfermarias,ambulatórios, Home Care e Unidades Básicas de Saúde (UBS). A fisioterapia tem várias abordagens no tratamento dos pacientes pneumopatas, dentre elas manutenção e/ou melhora da ventilação alveolar, prevenção de crises respiratórias, educação ao paciente, suporte ventilatório nos períodos de crise e/ou insuficiência respiratória e melhora da capacidade física.

Para atingir seus objetivos, o Fisioterapeuta utiliza técnicas manuais e/ou instrumentais: o exercício, o posicionamento, a educação e o aconselhamento.

Fisioterapia Neurológica

Os distúrbios neurológicos geralmente causam problemas temporários ou permanentes que prejudicam o indivíduo em suas funções diárias e profissionais,tornando-os,muitas vezes, dependentes parcial ou completamente de outras pessoas.

O impacto nos domínios econômicos, sociais, físicos e emocionais é marcante. Por isso, pesquisas sobre os mecanismos de recuperação da função, após lesão, e da eficácia de tratamentos para melhorar a recuperação e prevenir complicações são, crescentemente, divulgadas.

Sendo assim,a abordagem fisioterapêutica ao paciente neurológico está cada vez mais especializada para cada condição. A seleção apropriada dos recursos e do momento oportuno de sua realização contribui, substancialmente, para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares,mesmo em caso de distúrbios neurológicos persistentes.

Fisioterapia Motora

A intervenção da fisioterapia tráumato-ortopédica é de suma importância na prevenção e no tratamento de distúrbios do sistema musculo esquelético, osteomioarticulares e tendíneas, e nos casos de trauma,em que o paciente tenha sofrido algum procedimento cirúrgico. O tratamento visa maximizar a funcionalidade do paciente,reduzindo o quadro doloroso e as alterações encontradas no sistema motor. Por meio de avaliações detalhadas do paciente, é possível observar desequilíbrios musculares e posturas viciosas adquiridas no dia a dia, o que pode levar a futuras lesões e traumas, como as fraturas.

No âmbito ocupacional, o trabalhador está exposto a movimentos repetitivos que geram uma lesão do sistema musculo esquelético em razão da utilização excessiva e da falta de tempo para a recuperação.
A fisioterapia tráumato-ortopédica adota medidas educacionais quanto aposturas e como manter boa funcionalidade do sistema musculo esquelético.

Fisioterapia Geriátrica

O envelhecimento é inevitável,porém,o envelhecimento saudável é resultado da integralidade multidimensional entre a saúde física,mental, independência na vida diária, socialização, suporte familiar e independência econômica. A Fisioterapia Geriátrica proporciona ao paciente o envelhecimento com qualidade de vida,amelhora notável em sua capacidade de locomoção e equilíbrio, bem como a coordenação dessas funções,o aumento da força muscular e das funções damemória do idoso. Ainda garante a independência e o conforto na realização de atividades por parte dos pacientes idosos em seu dia a dia.

Fisioterapia Pediátrica

É o ramo da Fisioterapia que utiliza uma abordagem com base em técnicas neurológicas e cardiorrespiratórias especializadas, buscando integrar os objetivos fisioterápicos com atividades lúdicas e sociais, levando a criança à maior integração comsua família e a sociedade.

Técnicas de fisioterapia respiratória pediátrica sãomuito utilizadas em unidades hospitalares, consultórios e em domicílio como tratamento coadjuvante de doenças pulmonares. Em unidades de terapia intensiva, fazem parte do corpo clínico permanente e são profissionais altamente requisitados para a realização de alguns procedimentos, como a aplicação da ventilação mecânica não invasiva – VMNI.

A fisioterapia pediátricamotora também é uma subespecialidade da fisioterapia pediátrica muito difundida e com resultados comprovados por vários trabalhos científicos.
O fisioterapeuta pediátrico/pediatra utilizam técnicas há muito aperfeiçoadas e consagradas por anos de bons resultados no tratamento de pacientes neonatais, lactentes e pediátricos, entre elas o baby bobath,o posicionamento no leito e o reequilíbrio toracoabdominal – RTA.

Trecho do Livro: Profissionais da Saúde e Home Care.

Ano: 2017

Editora Revinter – 1ª edição

Proibido o uso do conteúdo total ou parcial, sem autorização.

Direitos reservados a BioHouse Terapias.


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A Psicologia do Desenvolvimento Humano estuda a pessoa humana em todos os seus aspectos: físico motor; intelectual; afetivo-emocional e social.

Estuda como e porque o indivíduo se comporta de determinada forma em uma situação de acordo com momento e fase da sua vida. Observado e tentando  conhecer as características comuns de uma faixa etária, considerando as características universais e individuais e correlacionar com fatores que influenciam o desenvolvimento.

A Psicologia do Desenvolvimento Humano 
Psicologia do Desenvolvimento Humano divide em quatro fatores que influenciam o desenvolvimento humano:
– Hereditariedade: carga genética, potencial que pode ou não se desenvolver.
– Crescimento: aspecto físico de cada indivíduo.
– Maturação Neurofisiológica: é o que torna possível determinado padrão de comportamento.
– Meio: influências e estimulação alteram o comportamento do indivíduo.

O que é Desenvolvimento Humano?

São as mudanças nas estruturas físicas, neurológicas, cognitivas e comportamentais que emergem de maneira ordenada e são relativamente duradouras.

Quais as Metas da Psicologia do Desenvolvimento Humano?

  • Compreender as mudanças que aparecem ser universais.
  • Explicar as diferenças individuais
  • Explicar como o comportamento é influenciado pelo contexto ou situação ambiental.

 

Quais as Fases do Desenvolvimento Humano?

– Pré-Natal: quando indivíduo ainda é um embrião e recebe toda carga genética física, emocional, afetiva e biológica dos pais.
– Nascimento: no ato do nascimento o indivíduo começa interagir com meio externo inicia-se processo de crescimento e desenvolvimento físico-motor, cognitivo, emocional, intelectual e social.
–Infância: é na infância que a criança em desenvolvimento experimenta mudanças, posterior estabilidade passando de um estágio para outro.
– Adolescência: é período de transição entre a infância e a vida adulta; ou seja transição do período de dependência  dos pais para período de treinamento da  independência,  autonomia  e responsabilidades. Momento das alterações físicas e hormonais para desenvolvimento psicossexual.
– Adulto: é momento  de total da independência, autonomia  e responsabilidades. A busca e o alcance da estabilidade emocional, financeira, profissional e afetiva.
– Idoso: é momento  do declínio físico, ausência dos filhos, perda de amigos e cônjuge, fase também do renascimento para novos desafios e perspectivas para uma vida saudável e feliz.

Em qualquer fase da vida a Psicologia está a serviço das pessoas para auxilia-las a viver melhor  e enfrentar os desafios da vida cotidiana e compreender  melhor o seu “eu” e o meio que indivíduo está inserido.

“Direitos reservados ao autor do Texto. Não pode ser reproduzido sem o devido crédito parcial ou integral.”

 


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A assistência nutricional domiciliar é um tipo de serviço que tem como objetivo oferecer aos pacientes e a seus familiares a possibilidade de assistência nutricional aliada ao conforto do seu domicílio.
Para o paciente representa melhor recuperação clínica, diminuição do estresse causado pela rotina hospitalar e acompanhamento periódico, o que faz com que possamos elaborar estratégias capazes de deter quadros de desnutrição e carências nutricionais.
O Programa de Assistência Nutricional Domiciliar compreendes seguintes etapas de avaliações:

  • Clínica: identifica possíveis carências nutricionais pelo diagnóstico médico, exame físico, medicação em uso e avaliação laboratorial.
  • Antropométrica: avalia o estado nutricional atual, por parâmetros de peso corporal, reserva de gordura emuscular, que visam detectar as alterações mais precoces.
  • Dietética: avalia-se o hábito alimentar do paciente, ou, em casos em que os pacientes alimentam-se por sondas ou estomias (suporte nutricional/dieta enteral),identificam-se e quantificam-se os nutrientes ingeridos.

assistencia domiciliar

Avaliação do Ambiente

A avaliação tempor objetivo considerar a avaliação da residência, identificando possíveis fatores que possam comprometer as recomendações. Serão realizadas orientações sobre higienização das mãos, dos alimentos, dos utensílios e do ambiente; frequência de lavageme desinfecção de equipamentos; armazenamento de alimentos e/ou dietas manipuladas ou industrializadas e possíveis esclarecimentos de dúvidas e propostas de modificações ou adaptações, quando necessárias.

 

Conclusão

Concluindo o processo, determinamos a conduta a ser seguida pela prescrição com recomendações dietéticas, hidratação, via de alimentação utilizada, tipo de dieta com características nutricionais, volume e administração. Neste momento, estabelecemos o plano de cuidados nutricionais, programando a periodicidade das visitas do nutricionista. Vale salientar a importância do trabalho interdisciplinar da nutrição com demais profissionais, em especial com fonoaudiologia, para a eficiência da reabilitação e adequação da alimentação do paciente e desmame da sonda de alimentação.

 

 

Trecho do Livro: Profissionais da Saúde e Home Care.

Ano: 2017

Editora Revinter – 1ª edição

Proibido o uso do conteúdo total ou parcial, sem autorização.

Direitos reservados a BioHouse Terapias.


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Desenvolvimento Infantil, segundo Jean Piaget  estamos em um estágio nos preparando para passar para outro.

A palavra Desenvolvimento define a passagem de um estágio de menor equilíbrio para a passagem de um estágio superior.

Desenvolvimento infatil

Primeiro Estágio: é o Sensório motor – psicológico é dividido em seis subestágios de 0 a 2 anos.Os Subestágio são:

-Estágio dos reflexos: do 1 ao 2 mês

A Vida Mental da criança ainda há um reflexo instintivo exemplo se tocar pé do bebê ele puxa e se tocar na mão ela fecha. Nesse momento a criança responde com movimentos totais outro exemplo é quando a mãe chega no berço e a criança reage se mexendo nesse momento não existe a inteligência e sim a condução por reflexo.

– Estágio de Esquemas: do 3 ao 4 meses

A criança está começando a perceber o corpo, ela já está fazendo alguma generalização construções de esquemas visuais, exemplo: a criança começa a coordenar os braços a boca e faz algumas funções. A consolidação interna acontece de tanto a criança exercitar ela descobre para que serve e essa ação se aprimora e passa a ser um conhecimento internalizado por ela.
Estágio das Reações Circulares: do 5 ao 16 meses
Nesse momento a criança começa ter intencionalidade, ou seja,  começa a ter intenção de pegar algo, rolar no berço ou chão e a coordenação é um pouco mais elaborada.

– Estágio da Coordenação das Ações: do 6 meses em diante

A criança adquire habilidade de coordenar as ações exemplo: ela pega chocalho bate e mexe.

– Estágio da Coordenação dos Objetos: do 7 ao 18 meses

A criança começa observar os objetos  no seu campo de visão, um exemplo clássico é colocar objeto na visão da criança e esconder na sequência a típica brincadeira do sumiu e achou.

-Estágio da Combinação Interna: do 12 ao 18 meses

Início da simbolização, interiorização e ação. Nesse momento a criança tem solução internas para os problemas que ela tem nas ações do dia-dia. A criança começa a ter o início da linguagem gestual e expressão facial para expressar suas vontades.

O Nível Sensório Motor Oral a criança não tem nenhum  consciência do limite dela e do mundo (adualismo) falta do condicionamento da criança de seu próprio eu.

O Segundo Estágio: Pré Operante vai dos 2 ao 7 anos, desenvolvimento da inteligência intuitiva, emocional, sentimentos individuais  e a relação social de submissão ao adulto.

Terceiro Estágio: Operações Concretas 7 ao 11anos, operações intelectuais concretas surge julgamento e os sentimentos morais e sociais.

Quarto Estágio: Operações Formais ou Proporcionais  dos 11 aos 16 anos operações intelectuais abstratas formação da personalidade inserção afetiva e intelectuais na sociedade dos adultos.

“Direitos reservados ao autor do Texto. Não pode ser reproduzido sem o devido crédito parcial ou integral.”


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As Fissuras Lábio Palatinas são anomalias faciais congênitas, que resultam da falta de fusão entre os processos frontonasal e maxilar que ocorrem por volta sexta a nona semana de desenvolvimento embrionário.
A taxa de incidência é de 1 para cada 650 nascidos vivos, com índice de 35% de mortalidade no primeiro ano de vida.

Fissuras Lábio Palatinas

 

Qual a causa das fissuras lábio palatinas?

É uma malformação de origem genética e ou ambiental.
Na presença de uma predisposição genética, fatores ambientais podem precipitar o surgimento da anomalia.
Os fatores ambientais são divididos em:
–Causas Nutricionais: por carência de minerais e vitaminas; sendo principal ausência ácido fólico.
–Causas químicas: por uso de drogas, fumo, álcool utilizados pela gestante.
-Causas endócrinas: por alterações hormonais na gestação.
-Causas atômicos: por radiações.
-Causas infecciosas: por contaminação da gestante com doenças infecciosas no primeiro trimestre de gestação.

Como é realizado diagnóstico?

O diagnóstico poderá ser comprovado por meio do exame de ultrassom morfológico entre a 4° a  12° semana de gestação. A Fissura  ou fenda está classificada no Código Internacional das doenças (CID -10) como Q 37 –  Fenda labial com fenda palatina com suas devidas especificações.
Como é realizado o tratamento?
Após o nascimento, o bebê deve ser avaliado por uma equipe multidisciplinar para verificar tipo de fissura e necessidade da criança.

Quais os tipos de fissuras?

– Fissuras Submucosas: ocorrem abaixo da mucosa intacta dando uma falsa ideia de normalidade. E durante ou após amamentação o leite tem escape pelo nariz do bebê.
-Fissuras Pré-forame: ocorrem exclusivamente no lábio pela ausência  de fusão dos processos nasais e maxilares. Pode ser unilateral, bilateral ou mediana. E a ponta do nariz desviará para lado não fissurado.
-Fissura Pós-forame incisivo: são as fendas palatinas medianas podendo afetar úvula, palato duro e mole. E tem maior incidência no sexo feminino.
-Fissura Trasforame incisivo: é a forma mais grave que atinge os processos palatinos, lábios, arcada alveolar. Pode ser unilateral, bilateral completa ou incompleta. E tem maior incidência no sexo masculino.
-Fissura Raras da face: envolvem lábios, nariz, olhos e mandíbula.
Observação:  Os orientais-asiáticos  popularmente chamado de raça amarela exibem maior incidência e os afrodescendentes menor incidência.

Qual a Sintomatologia?

Estético: deforma o semblante do individuo.
Funcionais: acarreta dificuldades para sucção, deglutição, mastigação, respiração, fonação e audição.
Emocionais: o ajustamento pessoal e social do individuo.

Quais são as principais dificuldades?

Dificuldades alimentares: sucção com presença de refluxo nasal, aspiração, dispneia e infecções de vias áreas.
Dificuldades auditivas: pela incidência de otites porque os músculos: tensor e elevador do palato são alterado mudando a relação com tuba auditiva.
Distúrbios da comunicação oral: como hipernasalidade atrasos no desenvolvimento de linguagem, distúrbios articulatórios, disfonias hipercinéticas e etc…

Como é realizada a terapia fonoaudiológica para Fissuras?

O início do tratamento fonoaudiológico inicia-se na maternidade com  a avaliação e a realização dos exames auditivos  que engloba teste orelhinha e BERA.  O bebê apresenta alterações nas funções vitais: sucção, deglutição e respiração o fonoaudiólogo tem que está presente  para indicar posição e a forma de amamentação e estimulação.
A fonoterapia deverá englobar:
– Alimentação;
– Hábitos Orais;
– Sensibilidades;
– Linguagem  e fala;
– Audição;
– Desenvolvimento neuropsicomotor;
– Desenvolvimento da escrita.
O acompanhamento da fonoaudiologia deverá ser pré e pós-cirúrgico estendendo-se na fase de aquisição e desenvolvimento de fala até aquisição e desenvolvimento da escrita.

“Direitos reservados ao autor do Texto. Não pode ser reproduzido sem o devido crédito parcial ou integral.”


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A Dislalia é um distúrbio, ou melhor, uma alteração da fala, caracterizado pela dificuldade em articular as palavras. Os principais sintomas são:

– Omissão de fonemas;
– Substituição de fonemas;
– Trocas de fonemas;
– Deformação de fonemas.

A Dislalia pode ser dividida em dois grupos:
A Dislalia Orgânica: que resultam das malformações ou de alterações dos órgãos fonoarticulatórios, ou ainda em casos de malformações congênitas como traumatismo de órgãos fonoarticulatórios ou de lábio leporino (fissuras labiais). Há também certas dislalia provenientes de patologias do Sistema Nervoso Central (SNC).

A Dislalia Funcional: quando não há alterações físicas, chamamos de funcional pensa-se que a origem é genética, emocional ou com causa psíquica.
A dislalia pode afetar a escrita, pois o desenvolvimento de linguagem escrita é apoiado com base da linguagem oral. Um exemplo clássico de dislalia com trocas de fonemas: são os personagem Cebolinha da turma da  Mônica e o Hortelino do autor Elmer Fudd, que troca os fonemas (R) por (L) como: prato emite (plato)  ou trocas (C) por (T)  coelho emite (toelho).

Outros exemplos para omissão na fala é (omei) para dizer tomei, no caso substituição na fala (balata) para dizer barata, acréscimo na fala (alatras) para atlas.

Dislalia

Quem trata a dislalia?

A dislalia é tratada pelo profissional fonoaudiólogo e está classificada no Código Internacional das doenças (CID -10) como F 80 – transtornos específicos do desenvolvimento da fala e da linguagem.

Qual o tipo de tratamento?

A dislalia é tratada por meio da terapia fonoaudiológica; sendo necessário primeiro avaliação fonoaudiológica  e posteriormente o tratamento com fonoterapia.

Como é realizada a terapia fonoaudiológica para Dislalia?

A terapia fonoaudiológica varia de acordo com o caso, mas engloba os seguintes aspectos:
-Discriminação auditiva dos sons;
-Instalação do ponto correto articulatório dos fonemas;
-Exercícios com sílabas, palavras e frases;
-Exercícios de adequação da musculatura orofacial;
-Treino de respiração adequado
-Treino de Mastigação e etc.

Qual o tempo de duração do tratamento?

O tempo depende de cada individuo e do grau de comprometimento da criança e da família no processo terapêutico  em média  um ano de fonoterapia uma vez por semana é o suficiente e no máximo um ano e meio para casos mais complexos. E casos que não há aderência e comprometimento dos envolvidos o tratamento tem ser interrompido  pelo profissional e retomado um outro momento. Já alta-fonoaudiológica é dada pelo profissional fonoaudiólogo quando as dificuldades são sanadas; porém a desistência ou ausência do processo não pode ser considerada como alta.

Existem profissionais que utilizam outros métodos, no qual terapia fonoaudiológica por ser duas ou até três vezes por semana.

Vale salientar, que o método acima descrito é utilizado pela franquia BIOHOUSE terapias, com sessão de fonoterapia uma vez por semana, com duração de quarenta minutos, atividades para casa, e em média um ano de tratamento dependendo complexidade do caso; existem casos solucionados em no mínimo três meses sim, porém são trocas de fonemas bem pontuais e casos que necessitam de tempo maior de no máximo um ano e meio; são casos mais complexos no qual temos que respeitar o tempo e as pontecialidades de cada pessoa.

Observação: até os quatro anos trocas na fala de uma criança são normais; porém para cada idade é esperado o desenvolvimento de alguns fonemas para saber se seu filho está na faixa de normalidade faça avaliação com um fonoaudiólogo não espere o problema se instalar; afinal prevenir é melhor caminho sempre.

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10 parâmetros de avaliação vocal:

A Saúde Vocal é muito importante para as pessoas, pois voz expressa e diferencia o indivíduo das demais pessoas.
A avaliação vocal é importante para entender e reparar danos na voz de um indivíduo, seja ele ou não profissional da voz.

Em relação às paralisias laríngeas, os principais parâmetros da avaliação vocal que devem ser analisados são:

1. TIPOS DE VOZ

  • Voz soprosa: decorrente de fenda glótica; ouve-se um fluxo aéreo não sonorizado, geralmente com fraca intensidade.
  • Voz rouca: decorrente da flacidez da mucosa e da musculatura glótica. É uma qualidade vocal do tipo ruidosa.
  • Voz bitonal: origina-se do desnível e da assimetria de vibração das pregas vocais, ouvem-se dois sons, com altura, intensidade e qualidade vocal diversas.
  • Voz áspera: indica enrijecimento do tecido, geralmente apresenta pitch agudizado que tem baixa aceitação social.
  • Voz tensa: pitch agudo que se assemelha a um som estrangulado.
  • Voz astênica: muitas vezes confundida com voz soprosa. É uma voz de fraca intensidade, sem energia.

Há ainda a possibilidade da fonação em falsete. O falsete paralítico é uma compensação atípica nas paralisias unilaterais, proporcionando qualidade vocal em registro elevado e falsete, com leve soprosidade com sinais e sintomas de fadiga vocal, podendo haver aproximação das pregas vestibulares à fonação do lado oposto ao da paralisia.

2. RESSONÂNCIA: 

O sistema de ressonância é composto por diversas estruturas e cavidades do aparelho fonador: pulmões, laringe, faringe, cavidade bucal, cavidade nasal e seios paranasais. É a utilização harmoniosa dessas estruturas que possibilita uma ressonância adequada. As vogais mais indicadas para avaliação da ressonância são as vogais /i/ e /u/, por serem as vogais mais orais da língua portuguesa. A avaliação da ressonância valoriza dois focos principais: o foco horizontal e o foco vertical. No foco horizontal, observam-se os seguintes tipos de ressonância: equilibrada (a energia está dispersa desde os lábios até a parede da orofaringe); posterior (foco de energia na região posterior da orofaringe); anterior (o foco de energia se concentra próximo dos lábios). No foco vertical, observam-se as ressonâncias do tipo: equilibrada (não a predomínio na concentração da energia sonora); baixa ou laringofaríngica (energia tensa e abafada, sensação de som preso na garganta); alta ou hipernasal (escape de ar nasal).

3. TEMPO MÁXIMO FONATÓRIO (TMF):

medida que possibilita verificar o controle da expiração do ar e a eficiência do fechamento glótico. Pode ser utilizado tanto para complementação diagnóstica como para acompanhamento e evolução terapêutica.
Nos casos de paralisia laríngea, geralmente, observam-se tempos máximos fonatórios reduzidos decorrente da deficiência da coaptação glótica e consequente escape do fluxo aéreo.
Para a avaliação do TMF, solicita-se ao paciente que inspire profundamente e expire todo o ar pulmonar sustentando as vogais /a/, /i/ e /u/, os fonemas fricativos: /s/ (fonema surdo) e /z/ (fonema sonoro), além da contagem dos números. É importante que o paciente seja orientado a realizar as emissões sem esforço, sem utilizar ar de reserva. O tempo das emissões é obtido por meio da utilização de um cronômetro. O tempo estimado para as vogais nos homens é de 20 segundos e para mulheres de 14 segundos. Para relação s/z estima-se um valor médio de 15 a 25 segundos. Nos pacientes com paralisia laríngea espera-se valores de tempo máximo fonatórios reduzidos e relação s/z com predominância do tempo maior de /s/ do que /z/. Na contagem de números é possível se observar a habilidade do paciente em controlar a função respiratória e a adução glótica durante a fala encadeada.

4. ATAQUE VOCAL:

É a maneira como o som se inicia, de como funciona a glote no inicio da emissão. Pode ser classificado de três formas: isocrônico (não há tensão no início da fonação); brusco (há tensão no início da fonação) e aspirado (coaptação insuficiente das pregas vocais).

5. FREQUENCIA VOCAL – PITCH:

é a sensação psicofísica da frequência fundamental (pitch grave e pitchagudo), é classificado como adequado, baixo ou alto. Já a extensão vocal é classificada como adequada, restrita ou trabalhada. Quanto mais elevada a frequência fundamental, mais agudo será o som.

6. INTENSIDADE VOCAL – LOUDNESS:

é a sensação psicofísica da intensidade, ou seja, se a voz é fraca ou forte; está diretamente relacionada com a pressão de ar subglótica e a resistência glótica. A extensão do loudness é classificado como adequado, reduzido ou aumentado. É essa riqueza de modulações que confere a voz humana todo o seu potencial de expressão, para as mais diversificadas situações, que nos permite distinguir uma voz feliz, de uma voz triste, tensa, entre outras.

7. PADRÃO ARTICULATÓRIO:

a articulação compreende um processo de ajustes motores dos órgãos fonoarticulatórios. Pode ser classificada como articulação adequada, imprecisa, exagerada ou travada. Uma das formas de se avaliar esse aspecto é por meio da conversa espontânea ou da conversa dirigida.

8. RITMO / VELOCIDADE DE FALA:

são aspectos ligados à articulação. As alterações de ritmo e velocidade de fala são mais presenciadas em pacientes com alterações neurológicas. O ritmo diz muito da habilidade do indivíduo em organizar seus pensamentos em palavras. Já a velocidade da fala refere-se ao número de palavras emitidas por minuto de tempo corrido. Classifica-se o ritmo e a velocidade em adequados, aumentados ou lentificados.

9. RESISTÊNCIA VOCAL:

é a habilidade do indivíduo utilizar a dinâmica vocal na fala encadeada intensamente por um determinado período, sem apresentar sinais de fadiga. Durante a avaliação desse aspecto é importante se observar a qualidade vocal, a dinâmica respiratória, a articulação, a velocidade, a frequência, a intensidade e a ressonância. Solicita-se ao paciente a contagem de 100 a 1.

9. DINÂMICA RESPIRATÓRIA:

podemos dizer que o ar é o combustível para a voz. O ciclo respiratório é dividido em duas fases: inspiração e expiração. Para a fonação normal é essencial que as forças aerodinâmicas estejam equilibradas com as forças mioelásticas da laringe (BEHLAU M e PONTES P. Avaliação e tratamento das disfonias, 1995). Considera-se quanto ao modo (nasal ou oral) e ao tipo (superior: respiração alta no tórax; média: não há movimentações abruptas superiores e/ou inferiores; inferior: durante a inspiração há ausência de movimentos na região superior; costodiafragmático-abdominal: utilização correta da caixa torácica). A avaliação da coordenação pneumofonoarticulatória, como o próprio nome diz refere-se á observação da coordenação das funções de respiração, fonação e articulação, podendo estar adequada ou inadequada. Nos casos de paralisia laríngea não é incomum, se constatar o paciente com coordenação inadequada, devido ao gap glótico existente, que acarreta perda do ar transglótico.

10. AVALIAÇÃO DOS ÓRGAOS FONOARTICULATÓRIOS:

é de extrema valia a avaliação de todos os órgãos envolvidos no processo de fonação (lábios, língua, bochechas, dentes, palato, véu palatino, mandíbula, ATM e faringe), visto que a voz não é somente produto da laringe, mas sim de toda sincronia entre esses órgãos.Com relação à laringe, convém observar posicionamento, qualidade da excursão vertical laríngea durante as funções de voz e deglutição, se há mudanças vocais à manipulação e presença de crepitação. Em pacientes mais graves que utilizam cânula de traqueostomia observamos restrição da elevação laríngea que interfere diretamente nas funções citadas anteriormente.

10. POSTURA CORPORAL:

Também é importante a avaliação da postura corporal do indivíduo. Muitas vezes, o paciente pode tentar controlar alguns dados, mas se fomos bons observadores poderemos detectar controvérsias entre o que o paciente fala e o que o seu corpo demonstra. Como o paciente se refere a sua voz e como ela é na realidade.
Para avaliação da função de deglutição é aconselhável se avaliar diferentes consistências (liquida, pastosa e sólida) e quantidades (3, 5, 10ml e deglutição contínua) e se há presença de estases, sinais clínicos de penetração e/ou aspiração. Frequentemente, durante essa avaliação, verificamos os valores de saturação de oxigênio e de frequência cardíaca.
Após a coleta de todos esses parâmetros se faz necessária a aplicabilidade de provas terapêuticas as quais irão nortear o processo de reabilitação, bem como as condutas a serem seguidas.

“Direitos reservados ao autor do Texto no livro: FONONCOLOGIA. Não pode ser reproduzido sem o devido crédito parcial ou integral das Autoras do Livro.”


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Algumas mães podem ter dificuldades para amamentar seu bebê. É preciso orientar e dar mais apoio a essas mães.

Amamentatar

Quando a mãe está com rachadura nos mamilos, é importante que você, líder, oriente a família e a mãe para:

– Verificar se o bebê está abocanhando bem o peito;
– Colocar o bebê para mamar primeiro no seio que está menos doído;
– Dar mais vezes o peito em mamadas mais curtas;
– Fazer massagem e esvaziar os seios com as mãos;
– Passar, depois de cada mamada, um pouco de leite no mamilo e na aréola, deixando secar antes de se vestir.

Para cicatrizar as rachaduras do mamilo, a mulher deve tomar sol com os seios descobertos ou fazer banho de luz, várias vezes ao dia. O banho de luz é feito com uma lâmpada de 40 watts, a um palmo de distância do seio, por 5 a 10 minutos. Enquanto faz o banho de luz a mulher vai passando no mamilo e na aréola um pouco de leite para não ressecar a pele.

A mulher poderá contratar com consultor em amamentação, é um profissional da saúde na maioria das vezes um fonoaudiólogo com essa certificação e com especialidade em laserterapia para realizar os cuidados com os mamilos e melhora no processo de amamentação.

O que é INGURGITAMENTO?

Ingurgitamento é quando as mamas estão muito cheias e duras. Isso acontece quando a mãe produz mais leite do que o bebê consegue mamar.
E se as mamas estão muito cheias, o bebê não consegue abocanhar bem. Antes das mamadas, é preciso que a mãe esvazie um pouco as mamas com as mãos. Colocar o bebê para mamar mais vezes também ajuda no processo de esvaziamento das mamas.
Entre uma mamada e outra, é bom fazer massagem em todo o seio, com as pontas dos dedos, começando na aréola, isso ajuda a diminuir o ingurgitamento.

O que é a MASTITE?

A Mastite é a inflamação do seio. A mulher com mastite fica com mama cheia, avermelhada e muito dolorida. Sente mal-estar, febre e calafrios.
E mesmo com a mastite a mãe pode continuar amamentando, pois esse leite não faz mal para o bebê. E para melhorar a mastite, é preciso também esvaziar as mamas com as mãos e dar de mamar mais vezes.
E é claro acompanhamento médico e de um consultor de amamentação.

“ Autora do texto Dra Elizangela Aparecida Barbosa, fonoaudióloga e gestora da Franquia de BIOHOUSE Terapias.

“Direitos reservados ao autor do Texto. Não pode ser reproduzido sem o devido crédito parcial ou integral.”


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Amamentação no primeiro mês de vida do bebê

A amamentação é muito importante para o bebê e para a mãe. Além de o bebê receber um alimento feito especialmente para ele, é o momento em que os dois ficam ligados.

A troca de olhares e carinhos durante a amamentação reforça a ligação da mãe com seu bebê. Em cada mamada o bebê e a mãe vão se conhecendo mais, se gostando mais.

Por isso, é importante você observar como a mãe e os bebês estão se relacionando durante a mamada.

Mostre para mãe que quando o bebezinho procura olhar para ela, fica contente quando ela também olha para ele. E isso é muito bom para os dois.
Quando eles não se comunicam, é importante alguém orientar a mãe e procurar anima lá para falar com o bebê, acariciar seu corpinho e olhar sempre para ele enquanto amamenta.

O Bebê nasce sabendo sugar. Mas para tirar bastante leite do peito da mãe, precisa aprender a abocanhar bem o peito. A mãe e o bebê vão aprendendo a fazer isso junto.

Amamentação
O que é preciso para retirar bastante leite durante a Amamentação?

– A mão da mãe segure a bumbum do bebê;
– A cabeça do bebê fique apoiada da mãe;
– A barriga do bebê fique bem encostada no corpo dela;
– O queixo do bebê fique encostado na mama;
– A boca do bebê abocanhe todo o mamilo e a maior parte da aréola;
– O lábio de baixo do bebê fique virando para fora.

Quando o bebê abocanha bem o peito, a mãe pode até sentir algumas fisgadas no começo da mamada. Ela pode ver e ouvir o bebê engolindo o leite. Assim, o nenê e a mãe ficam satisfeitos após a mamada.

O bebê que mama no peito não precisa e nem deve tomar chá ou água. Ele deve mamar sempre que quiser. Quanto mais ele mama, mais leite a mãe produz. O bebê fica satisfeito e bem alimentado e vai aumentando o tempo entre uma mamada e outra.

Nas primeiras semanas:

Nas primeiras semanas, muitos bebês não conseguem esvaziar as duas mamas. Por isso, é importante deixar que ele esvazie bem uma mama e depois mame um pouco na outra. Na mamada seguinte, a mãe dá primeiro o peito em que ele mamou por último.

Mamando dessa forma, o nenê ganha peso mais rápido. Isso porque o leite que sai primeiro tem mais água, é bom para matar a sede e o que sai por último é mais gordo e sustenta mais. Vale salientar que não existe leite materno fraco.

Durante o primeiro mês, é bom pesar o nenê mais vezes, mostrando para os pais que ele está ganhando peso e que o leite materno está sendo o suficiente. No final do primeiro mês, o bebê pode ter engordado até 700 gramas.

“ Autora do texto Dra Elizangela Aparecida Barbosa, fonoaudióloga e gestora da Franquia de BIOHOUSE Terapias.

“Direitos reservados ao autor do Texto. Não pode ser reproduzido sem o devido crédito parcial ou integral.


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A Doença de Alzheimer tem Ascensão em Mulheres

 

Segundo pesquisa realizada pela Universidade de Gotemburgo, na Suécia, Mulheres na meia idade ciumentas, ansiosas e mal-humoradas podem ter até duas vezes mais risco de desenvolver o ALZHEIMER; os cientistas acompanharam 800 mulheres de média de idade 46 anos.

Os pesquisadores analisaram a personalidade das voluntárias por meio de testes de introversão, extroversão e memória.

Ao longo do estudo, dezenove participantes desenvolveram a demência.

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Os pesquisadores perguntaram às voluntárias se elas haviam tido períodos de estresse como irritabilidade, tensão, nervosismo, medo, ansiedade e distúrbio de sono com mais de um mês de duração.

As respostas foram avaliadas de zero a cinco; sendo zero nenhum episódio e cinco  estresse constante nos últimos cinco anos.

Mulheres que se enquadraram nas categorias três a cinco foram consideradas estressadas.

De acordo com os cientistas, mulheres que eram ao mesmo tempo introvertidas e estressadas eram aquelas com maior probabilidade de desenvolver Alzheimer.

E das 63 participantes com essas características de estresse, ansiedade e ciúmes, dezesseis (25%), tiveram ALZHEIMER, diante dos oito das 63 apenas (13%) que eram extrovertidas e calmas, uma incidência duas vezes maior que as não estressadas.

Esse estudo é um indicador que nosso modo de pensar, agir, se alimentar, dormir e viver será um divisor de água para envelhecimento saudável.

O que pode causar?

O estresse e a ansiedade são dois inimigos para atividade cerebral saudável; levam o cérebro a uma hiperatividade estressante provocando a morte das células, tecidos e neurônios.

Vale salientar que a pessoa estressada e ansiosa tem um ciclo respiratório completamente alterado, desse modo possibilita redução da oxigenação cerebral e morte de células neural.

A meditação, atividades lúdicas, artesanato, dança e atividade física é um caminho saudável para corpo e mente na busca para oxigenação e renovação celular de todo corpo.

O ato de ser saudável é uma opção de cada indivíduo, o controle do estresse é algo a ser almejado para que se possa alcançar o envelhecimento saudável.

O texto é de Autoria Dra. Elizangela Aparecida Barbosa, fonoaudióloga e gestora da Franquia BIOHOUSE Terapias.

“Direitos reservados ao autor do Texto. Não pode ser reproduzido sem o devido crédito parcial ou integral.”


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