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Conheça os Riscos da Cama Compartilhada

 A recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) é que o bebê durma durante a noite no quarto dos pais até a idade de 6 meses, em berço próprio. Importante destacar alguns riscos adicionais que a cama compartilhada pode trazer, pois quando estamos dormindo nossos movimentos são inconscientes e involuntários. Muitas vezes a exaustão não nos permite observar alguns movimentos, os quais, podemos acometer.

Muitos alegam que dormir junto pode evitar despertares noturnos durante a noite. Entretanto evidências científicas com relação a segurança é essencial. Estudos realizados em diversos países descobriram que na maioria dos casos de compartilhamento de cama, os bebês tiveram sua boca e nariz tampados pelas cobertas aos menos uma vez, muitas vezes acima da linha dos olhos. Durante a observação dos pesquisadores, um terço dos pais acidentalmente colocavam um braço ou uma perna por cima do bebê enquanto dormiam.

Vale ressaltar que os ciclos e necessidade de sono da criança e do adulto são diferentes, o que pode também ocasionar a ida dos pais mais cedo para a cama, além de barulhos no meio da noite, como o adulto virar de lado, roncos, despertador, que favorece o despertar da criança mais cedo

IMPORTANTE: Os riscos aumentam consideravelmente em caso de bebês prematuros ou abaixo do peso.

Como ajustar o Ambiente

O ambiente do quarto deve ser apropriado ao momento do sono, deve ser um local calmo e arejado, é importante associar a cama somente a hora de dormir, evitando brincadeiras na mesma, dessa maneira se faz necessário deixar a mesma o mais “limpa” de objetos possíveis.

A localização do berço é de extrema importância, evite colocar próximo a cortinas, cordas da veneziana e mantenha longe do alcance de qualquer coisa que a criança conforme seu desenvolvimento possa vir alcançar como prateleiras, interruptores ou objetos do trocador. O ideal é a evitar berços com cabeceira e lateral de madeira inteiriça, pois novas pesquisas indicam que a restrição de fluxo de ar pode contribuir com a síndrome da morte súbita.

Na hora da escolha do berço tenha certeza que atenda os padrões estipulados pelo INMETRO e que ele esteja bem montado. Ele também necessita ter um colchão firme, com encaixes confortáveis e que seja exatamente nas dimensões do berço, para que não haja vãos livres.

O cestinho muito utilizado no passado, conhecido como moisés, possuí atualmente diversas opções com alguns modelos de carrinhos que em sua configuração, permitem acoplar um cesto similar ao moisés na estrutura.

O berço acoplado é uma opção que se ajusta a altura da cama dos pais e traz uma agradável sensação de cama compartilhada, porém com a segurança de berço, pois neste caso o bebê permanece seguro em seu espaço. Permite que os pais facilmente possam tocar o seu bebê ou o pegar com mais facilidade para amamentar. Importante checar se o berço acoplado está bem encaixado a cama dos pais para evitar qualquer risco de queda.

Os móbiles no berço podem estimular o bebê nos despertares do sono, dificultando a emenda de um ciclo de sono para outro, pois é a primeira coisa que o bebê pode observar ao abrir os olhos dormindo de barriga para cima. Caso o bebê faça muitos despertares noturnos, seria aconselhável retirar o móbile no período noturno. Quando o bebê atinge uma idade que seja capaz de se levantar e agarrá-lo, caso haja o móbile no berço, o mesmo deve ser retirado por questões de segurança.

A temperatura de conforto para dormir é entre 24° a 25° graus, podendo ser utilizado o equipamento de ar condicionado desde que seja feita a limpeza do filtro de ar a cada 6 meses. No caso do frio, evitar o excesso de cobertores, até para que o peso dos cobertores no corpo não incomode. Uma boa dica é o uso do saco de dormir, pois evita o uso de lençol e cobertores na hora do aquecimento do bebê.

Para teste da temperatura do bebê, em caso de dúvidas, sinta a nuca ou a barriga do bebê. Caso queira aquecer as extremidades como mãos e pés do bebê, fazer o uso de luvas e meias, ao invés de acrescentar cobertores. Muitos bebês acordam por volta das 4 horas da manhã, sentindo frio, pois é a hora mais fria da noite.

A luminosidade deve ser diferenciada entre sonecas e sono noturno, devendo à noite o quarto estar escuro, evitando luzes de abajur no interior do quarto, o escuro favorece a produção de melatonina, é na escuridão que a glândula pineal do cérebro produz esse sedativo natural que desacelera nosso corpo, além disso a criança pode realizar alguns despertares durante o sono, caso a mesma observe uma luz, existe uma chance maior dela despertar e não voltar a dormir novamente. Caso resida em locais onde demore para escurecer, avalie a possibilidade de comprar cortinas black out. Durante o dia, o indicado é que o quarto fique mais claro que a noite.

Os pijaminhas do bebê devem ser os mais confortáveis possíveis, evitar roupas com zíper ou botões na parte traseira, golas, capuz ou babados.

O objeto de apego, por exemplo a naninha pode ser uma excelente saída para as crianças se sentirem mais seguras durante o sono, vendo que toda vez que acordarem, na mudança dos ciclos, esse objeto estará ao seu lado.

 

Nossa missão reabilitar e lhe proporcionar o melhor atendimento venha para Clínica BIOHOUSE Terapias nossas especialidades são: fonoaudiologia, nutrição, psicologia, terapia ocupacional e fisioterapia.

Nosso endereço: Rua Brigadeiro Tobias, 118 Sala 2403 – andar 24 – Centro de São Paulo – SP.

E atendemos também atendimento domiciliar (home care), o custo deslocamento é passeado no CEP de atendimento entre em contato pelo nosso WhatsApp (11) 96497-8157 e passamos valor da consulta.  Agende sua consulta!


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É no sono que a criança se desenvolve e cresce. O sistema imunológico da criança é fortalecido durante o sono. Os pequeninos que não desfrutam de um sono adequado podem ficar mais suscetíveis a doenças, pois durante o sono produzimos anticorpos e proteínas que ajudam na imunidade. A privação do sono pode gerar dificuldade na aprendizagem visual e motora, influenciam o comportamento, o desenvolvimento e o relacionamento com a família.

Como é o padrão de sono por idade:

Recém-nascido (até 3 meses): pode ter um tempo de sono superior a 16 horas, ainda relaciona a mamada ao sono, comum dormir após mamar, a produção de melatonina é muito irregular, portanto seu padrão de sono também. Pode dormir 3 horas seguidas, como pode acordar de hora em hora.

3 a 12 meses: a sua soneca diurna pode durar até 3 ou 4 horas, em média 3 a 4 vezes ao dia; aos poucos irá ter uma fase de sono noturna mais longa.
1 a 3 anos: em geral fazem uma soneca de dia, após os 2 anos podem não fazer mais nenhuma; dormem à noite de 10 a 12 horas.
3 a 5 anos: podem ter uma ou nenhuma soneca, tem padrão de sono semelhante ao adulto.

Só consideramos uma boa soneca, quando o bebê ou criança adormece por no mínimo 1 hora, caso seu bebê desperte antes disso, estimule que ele volte a dormir e estique um pouco mais o tempo da soneca. Muitos pais acreditam que deixando os filhos cansados e não realizando as sonecas, esse dormirá com mais facilidade ou a noite toda, mas o acúmulo do cansaço, aumenta o nível de cortisol e a irritação, fazendo com que a criança durma menos, demore mais para adormecer e desperte a noite.

A fase entre 5 e doze anos de idade é realmente a mais desperta na vida de uma criança, geralmente elas dormem bem de noite e ficam despertas durante todo o dia, podendo não haver nenhuma soneca diurna. Quando ainda necessitam de sonecas diárias, pode ser observado se não há uma privação de sono crônica.

Falando principalmente dos bebês, a partir de 3 meses, existem diversos fatores que podem fazê-lo despertar durante o sono, vale lembrar que até 1 ano a criança pode acordar durante a noite para mamar, pois não tem a sua ingesta diária de alimentos pode ainda não ser suficiente para que a criança durma a noite toda. Ainda vale lembrar que existem muitos fatores que podem interferir no sono noturno como picos de crescimento, saltos de desenvolvimento, quando a criança está doente, nascimento dos dentes, roupa (excesso ou pouca), temperatura do quarto não adequada (calor, frio), quarto com excesso de luminosidade, entre outros.

Existem alguns outros fatores que influenciam, como ter muitos estímulos antes de dormir (brincar com a criança de correr por exemplo, deixar ligada a tv e com som alto), faz com que a melatonina seja inibida e assim, a criança demore para conseguir dormir, por isso, em média 1h a 1h30min antes de dormir, reduzir a luminosidade e ruídos do ambiente, realizar brincadeiras calmas, pode dar um banho para acalmar, contar história, ouvir música baixa e calma e dormir.

Outro fator importante, que muitas vezes é deixado de lado pelos pais é que a criança que não dorme bem de dia, não dorme bem à noite. De acordo com a fase, precisa realizar sonecas diurnas, para evitar o acúmulo de cansaço e a irritação, para assim, melhorar o sono noturno também. Para a última soneca do dia, sempre acordar a criança três horas antes da hora de deitar na cama para dormir à noite.

Talvez o principal motivo seja a falta de rotina. A criança que não tem rotina não está preparada para o que está por vir no seu dia a dia, se todos os dias acontece a redução de estímulos comentada acima, colocar o pijama, escovar os dentes, etc a criança já entende qual é o momento de desacelerar e fica pronta para isso; quando se repetem diariamente, a criança vai inclusive, com o passar do tempo, demonstrar sinais de sono, entre os quais: começam a bocejar, puxam as orelhas, esfregam as mãos no rosto, perdem interesse por brincar, ficam irritadas. Importante aprender a observar esses sinais, pois assim, quando iniciar já é hora de colocar para dormir, antes que a criança fique nervosa e comece aquele choro inconsolável.

Por volta dos 9 meses pode acontecer a angústia da separação, é quando o bebê percebe que não é mais um extensão do corpo da mãe, porém pode ocorrer em qualquer momento, quando a mãe volta a trabalhar por exemplo, e a criança sente sua falta de dia, podendo afetar no sono noturno.

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O universo materno-infantil, mais uma vez esse dueto mãe-filho tem uma importância muito grande. Existem estudos mostrando influências da alimentação desde o momento pré-concepcional, durante toda a gestação, durante a lactação e o comportamento alimentar nos primeiros anos de vida, especialmente até os 2 anos.

Apesar da figura materna ser extremamente importante fisiologicamente falando, não seria justo depositar essa responsabilidade apenas na mãe, já que o pai (e demais membros da família), apesar de não estar ligado com o bebê diretamente pelo cordão umbilical, está ligado diretamente às escolhas das compras dentro de casa e da forma com que todos se alimentam.

Na prática, a primeira medida é orientar a gestante a ter uma alimentação equilibrada, tanto no sentido de qualidade quanto no sentido de quantidade. Mas num cenário mais que ideal, o casal que deseja gerar um filho, deveria se preocupar com sua saúde desde antes de iniciar as tentativas de engravidar.

Hoje tem se falado muito sobre a microbiota intestinal (os micro-organismos que temos em nosso intestino). Dependendo da composição dessa microbiota, podem já sofrer influência tanto no sentido positivo quanto negativo em relação à obesidade e uma série de outras doenças.

Estimular o aleitamento materno é uma grande forma de prevenção da obesidade infantil. Sempre que for possível, ele deve ser iniciado na primeira hora de vida (independentemente do tipo de parto) e deverá ser orientado a livre demanda. Isso quer dizer que o bebê não tem ritmo e nem hora certa para mamar.

O conceito de livre demanda tem que ser muito bem entendido pela mãe, pelo pai, pelos membros da família que estão em volta e eu diria até pelos profissionais de saúde (médicos pediatras e nutricionistas principalmente). Caso contrário, o aleitamento materno começa a ficar em risco.

Infelizmente é comum que as mães pensem que seu leite é fraco pelo fato de o bebê querer mamar toda hora. E muitas vezes acabam complementando com leite artificial desnecessariamente.

O bebê saudável nasce com os mecanismos de fome e saciedade funcionando, então se ele quer mamar deve ser aleitado, da mesma forma que se não quer mamar, não deve ser. Quando o bebê está no aleitamento exclusivo isso se torna natural, pois ele dá os sinais que quer mamar, ele mama até se sentir saciado e se ele não quer mamar, não conseguimos fazê-lo sugar o seio materno. Nesse cenário não nos preocupamos com a quantidade de leite em mililitros que está sendo ingerida. Confiamos no bebê.

Quando o aleitamento materno não é exclusivo, quando precisamos recorrer a outros tipos de leite, podemos correr o risco de querer controlar os horários e os volumes das mamadas. Principalmente quando a criança apresenta um baixo ganho ponderal.

Por exemplo: se for preparado 90mL é natural que se tente fazer com que o bebê mame tudo, mesmo que ele pare de mamar, continua-se oferecendo. Ao longo do tempo, é como se estivéssemos “quebrando” os mecanismos de saciedade.

Da mesma forma acontece com uma criança maior quando já está comendo as refeições. Muitos de nós, pais, carregamos frases como: “tem que comer tudo”, “tem que raspar o prato”, “se não comer não vai crescer”, e várias outras. Outros de nós carrega até marcas mais profundas, de ameaças com chineladas ou colheradas sendo dadas forçadamente.

Talvez essa cultura venha da época em que havia muita desnutrição em nosso país e, de fato, as crianças doentes e apáticas não tinham força ou ânimo nem para comer. Ou era o medo dos pais em relação à possibilidade de perda, já que podem ter presenciado muitas crianças que morriam das complicações da fome e desnutrição.

Da mesma forma que respeitamos o bebê em aleitamento materno, acreditando que ele mama o quanto precisa, precisamos respeitar e confiar que aquele mesmo ser, agora um pouco mais crescido, continua sabendo o quanto precisa de comida também.

Quando é feito o contrário, ficamos forçando a criança a comer tudo que nós colocamos no prato dela, ou ficamos dando prêmios por ela ter comido tudo, vamos “quebrando” os mecanismos de saciedade, e depois fica muito mais complicado de voltar atrás.

Desde sempre, precisamos ensinar a criança a ter uma boa relação com a comida. Proporcionar um ambiente agradável, tranquilo, sem brigas, sem eletrônicos ou distrações, ajuda a criança a se concentrar na comida e perceber se está satisfeita.

Estimular que a criança conheça e prove todos os sabores: azedo, amargo, doce e salgado, desde a introdução alimentar.

Nesse contexto, métodos de introdução alimentar que contam com a participação mais ativa da criança, como o BLW. Ou mesmo que os pais deixem a criança tocar na comida, ter as sensações, poder explorar o alimento, sem medo da sujeira ou da criança estar brincando com a comida. Tudo isso favorece que o ato de se alimentar seja mais natural e mais leve.

Idealmente fazer as refeições com toda a família à mesa, evitar beliscos entre as refeições, evitar substituir a comida por guloseimas ou lanches também ajuda a criar um bom vínculo com a comida.

Cuidar da rotina de forma geral, para que a criança tenha uma boa qualidade de sono, que tenha uma atividade física regular e pouco tempo de acesso às telas (2 horas por dia, no máximo) também é um cuidado que devemos ter.

A prevenção ainda é o melhor caminho. Lembremos que a criança é o espelho da família. Todos juntos, com novos hábitos, podemos diminuir os números alarmantes da Obesidade Infantil.

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Amamentação no primeiro mês de vida do bebê

A amamentação é muito importante para o bebê e para a mãe. Além de o bebê receber um alimento feito especialmente para ele, é o momento em que os dois ficam ligados.

A troca de olhares e carinhos durante a amamentação reforça a ligação da mãe com seu bebê. Em cada mamada o bebê e a mãe vão se conhecendo mais, se gostando mais.

Por isso, é importante você observar como a mãe e os bebês estão se relacionando durante a mamada.

Mostre para mãe que quando o bebezinho procura olhar para ela, fica contente quando ela também olha para ele. E isso é muito bom para os dois.
Quando eles não se comunicam, é importante alguém orientar a mãe e procurar anima lá para falar com o bebê, acariciar seu corpinho e olhar sempre para ele enquanto amamenta.

O Bebê nasce sabendo sugar. Mas para tirar bastante leite do peito da mãe, precisa aprender a abocanhar bem o peito. A mãe e o bebê vão aprendendo a fazer isso junto.

Amamentação
O que é preciso para retirar bastante leite durante a Amamentação?

– A mão da mãe segure a bumbum do bebê;
– A cabeça do bebê fique apoiada da mãe;
– A barriga do bebê fique bem encostada no corpo dela;
– O queixo do bebê fique encostado na mama;
– A boca do bebê abocanhe todo o mamilo e a maior parte da aréola;
– O lábio de baixo do bebê fique virando para fora.

Quando o bebê abocanha bem o peito, a mãe pode até sentir algumas fisgadas no começo da mamada. Ela pode ver e ouvir o bebê engolindo o leite. Assim, o nenê e a mãe ficam satisfeitos após a mamada.

O bebê que mama no peito não precisa e nem deve tomar chá ou água. Ele deve mamar sempre que quiser. Quanto mais ele mama, mais leite a mãe produz. O bebê fica satisfeito e bem alimentado e vai aumentando o tempo entre uma mamada e outra.

Nas primeiras semanas:

Nas primeiras semanas, muitos bebês não conseguem esvaziar as duas mamas. Por isso, é importante deixar que ele esvazie bem uma mama e depois mame um pouco na outra. Na mamada seguinte, a mãe dá primeiro o peito em que ele mamou por último.

Mamando dessa forma, o nenê ganha peso mais rápido. Isso porque o leite que sai primeiro tem mais água, é bom para matar a sede e o que sai por último é mais gordo e sustenta mais. Vale salientar que não existe leite materno fraco.

Durante o primeiro mês, é bom pesar o nenê mais vezes, mostrando para os pais que ele está ganhando peso e que o leite materno está sendo o suficiente. No final do primeiro mês, o bebê pode ter engordado até 700 gramas.

“ Autora do texto Dra Elizangela Aparecida Barbosa, fonoaudióloga e gestora da Franquia de BIOHOUSE Terapias.

“Direitos reservados ao autor do Texto. Não pode ser reproduzido sem o devido crédito parcial ou integral.


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