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O desenvolvimento motor(infantil) é o processo de mudança no movimento da criança, que envolve alterações complexas onde participam todos os aparelhos e sistemas do organismo.
O desenvolvimento motor não é regra, pode variar de criança para criança, mas existe um tempo máximo; devendo sempre ser acompanhado pelo pediatra afim de detectar atrasos e patologias precocemente.
Um adequado desenvolvimento motor repercute no futuro da criança em aspectos sociais e intelectuais.
Durante a primeira infância, é importante estimular com brinquedos próprios para cada idade, inicialmente com chocalhos ou tapetes de atividades por exemplo; pois nessa fase o desenvolvimento das habilidades acontece rapidamente.

Existem inicialmente, alguns reflexos primitivos que são respostas automáticas e estereotipadas a um determinado estímulo externo. Esses, estão presentes desde o nascimento mas devem ser inibidos ao longo dos primeiros meses, quando surgem os reflexos posturais. A sua presença demonstra integridade no sistema nervoso central, porém sua persistência em idades inadequadas pode demonstrar disfunção neurológica. Todos devem ser realizados pelo pediatra na primeira consulta após o nascimento.

São eles:

Reflexo de moro: observa-se extensão e abdução dos membros superiores, seguida por choro, quando estimulados seus braços ou involuntariamente também. Desaparece por volta de 3 a 4 meses.

Reflexo de busca: desencadeado por estimulação da face ao redor da boca. Observa-se rotação da cabeça na tentativa de “buscar o objeto”

Sucção reflexa: desencadeado pela estimulação dos lábios quando se coloca por exemplo o dedo indicador com luva na boca do bebê. Sua ausência é sinal de disfunção neurológica.

Reflexo tônico cervical de Magnus e de Kleijn, ou reflexo de esgrimista: ocorre a rotação da cabeça, enquanto a outra mão do examinador estabiliza o tronco do recém nascido. Observa-se a extensão do membro superior ipsilateral à rotação e flexão do membro superior contralateral.

Preensão palmar: quando o examinador faz uma pressão na palma da mão, observa-se a flexão dos dedos.

Preensão plantar: quando se faz uma pressão na base dos artelhos, observa-se a flexão dos dedos.

Apoio plantar: Segurar o recém nascido pelas axilas, desencadeia seu apoio dos pés sobre uma superfície dura,

Marcha reflexa: quando a criança obtém o apoio plantar, incline o tronco do recém nascido um pouco para frente, que observará o cruzamento das pernas, uma em frente à outra.

Reflexo de colocação (Placing): o bebê estando seguro pelas axilas, é feito um estímulo tátil em seu dorso do pé, observando uma elevação do mesmo como se estivesse subindo um degrau de escada.

Manobra de Barlow e Ortolani não são reflexos primitivo e sim manobras realizadas no recém nascido para avaliar displasia de quadril. Devem ser enfatizado ainda no berçário e na primeira consulta com o pediatra. A displasia no quadril pode ser uma anormalidade no tamanho, morfologia orientação anatômica ou organização da cabeça femoral, cavidade acetabular ou ambos.

Nossa missão reabilitar e lhe proporcionar o melhor atendimento venha para Clínica BIOHOUSE Terapias nossas especialidades são: fonoaudiologia, nutrição, psicologia, terapia ocupacional e fisioterapia.

Nosso endereço: Rua Brigadeiro Tobias, 118 Sala 2403 – andar 24 – Centro de São Paulo – SP.


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O universo materno-infantil, mais uma vez esse dueto mãe-filho tem uma importância muito grande. Existem estudos mostrando influências da alimentação desde o momento pré-concepcional, durante toda a gestação, durante a lactação e o comportamento alimentar nos primeiros anos de vida, especialmente até os 2 anos.

Apesar da figura materna ser extremamente importante fisiologicamente falando, não seria justo depositar essa responsabilidade apenas na mãe, já que o pai (e demais membros da família), apesar de não estar ligado com o bebê diretamente pelo cordão umbilical, está ligado diretamente às escolhas das compras dentro de casa e da forma com que todos se alimentam.

Na prática, a primeira medida é orientar a gestante a ter uma alimentação equilibrada, tanto no sentido de qualidade quanto no sentido de quantidade. Mas num cenário mais que ideal, o casal que deseja gerar um filho, deveria se preocupar com sua saúde desde antes de iniciar as tentativas de engravidar.

Hoje tem se falado muito sobre a microbiota intestinal (os micro-organismos que temos em nosso intestino). Dependendo da composição dessa microbiota, podem já sofrer influência tanto no sentido positivo quanto negativo em relação à obesidade e uma série de outras doenças.

Estimular o aleitamento materno é uma grande forma de prevenção da obesidade infantil. Sempre que for possível, ele deve ser iniciado na primeira hora de vida (independentemente do tipo de parto) e deverá ser orientado a livre demanda. Isso quer dizer que o bebê não tem ritmo e nem hora certa para mamar.

O conceito de livre demanda tem que ser muito bem entendido pela mãe, pelo pai, pelos membros da família que estão em volta e eu diria até pelos profissionais de saúde (médicos pediatras e nutricionistas principalmente). Caso contrário, o aleitamento materno começa a ficar em risco.

Infelizmente é comum que as mães pensem que seu leite é fraco pelo fato de o bebê querer mamar toda hora. E muitas vezes acabam complementando com leite artificial desnecessariamente.

O bebê saudável nasce com os mecanismos de fome e saciedade funcionando, então se ele quer mamar deve ser aleitado, da mesma forma que se não quer mamar, não deve ser. Quando o bebê está no aleitamento exclusivo isso se torna natural, pois ele dá os sinais que quer mamar, ele mama até se sentir saciado e se ele não quer mamar, não conseguimos fazê-lo sugar o seio materno. Nesse cenário não nos preocupamos com a quantidade de leite em mililitros que está sendo ingerida. Confiamos no bebê.

Quando o aleitamento materno não é exclusivo, quando precisamos recorrer a outros tipos de leite, podemos correr o risco de querer controlar os horários e os volumes das mamadas. Principalmente quando a criança apresenta um baixo ganho ponderal.

Por exemplo: se for preparado 90mL é natural que se tente fazer com que o bebê mame tudo, mesmo que ele pare de mamar, continua-se oferecendo. Ao longo do tempo, é como se estivéssemos “quebrando” os mecanismos de saciedade.

Da mesma forma acontece com uma criança maior quando já está comendo as refeições. Muitos de nós, pais, carregamos frases como: “tem que comer tudo”, “tem que raspar o prato”, “se não comer não vai crescer”, e várias outras. Outros de nós carrega até marcas mais profundas, de ameaças com chineladas ou colheradas sendo dadas forçadamente.

Talvez essa cultura venha da época em que havia muita desnutrição em nosso país e, de fato, as crianças doentes e apáticas não tinham força ou ânimo nem para comer. Ou era o medo dos pais em relação à possibilidade de perda, já que podem ter presenciado muitas crianças que morriam das complicações da fome e desnutrição.

Da mesma forma que respeitamos o bebê em aleitamento materno, acreditando que ele mama o quanto precisa, precisamos respeitar e confiar que aquele mesmo ser, agora um pouco mais crescido, continua sabendo o quanto precisa de comida também.

Quando é feito o contrário, ficamos forçando a criança a comer tudo que nós colocamos no prato dela, ou ficamos dando prêmios por ela ter comido tudo, vamos “quebrando” os mecanismos de saciedade, e depois fica muito mais complicado de voltar atrás.

Desde sempre, precisamos ensinar a criança a ter uma boa relação com a comida. Proporcionar um ambiente agradável, tranquilo, sem brigas, sem eletrônicos ou distrações, ajuda a criança a se concentrar na comida e perceber se está satisfeita.

Estimular que a criança conheça e prove todos os sabores: azedo, amargo, doce e salgado, desde a introdução alimentar.

Nesse contexto, métodos de introdução alimentar que contam com a participação mais ativa da criança, como o BLW. Ou mesmo que os pais deixem a criança tocar na comida, ter as sensações, poder explorar o alimento, sem medo da sujeira ou da criança estar brincando com a comida. Tudo isso favorece que o ato de se alimentar seja mais natural e mais leve.

Idealmente fazer as refeições com toda a família à mesa, evitar beliscos entre as refeições, evitar substituir a comida por guloseimas ou lanches também ajuda a criar um bom vínculo com a comida.

Cuidar da rotina de forma geral, para que a criança tenha uma boa qualidade de sono, que tenha uma atividade física regular e pouco tempo de acesso às telas (2 horas por dia, no máximo) também é um cuidado que devemos ter.

A prevenção ainda é o melhor caminho. Lembremos que a criança é o espelho da família. Todos juntos, com novos hábitos, podemos diminuir os números alarmantes da Obesidade Infantil.

Nossa missão reabilitar e lhe proporcionar o melhor atendimento venha para Clínica BIOHOUSE Terapias nossas especialidades são: fonoaudiologia, nutrição, psicologia, terapia ocupacional e fisioterapia.

           Nosso endereço: Rua Brigadeiro Tobias, 118 Sala 2403 – andar 24 – Centro de São Paulo – SP.

E atendemos também atendimento domiciliar (home care), o custo deslocamento é passeado no CEP de atendimento entre em contato pelo nosso WhatsApp (11) 96497-8157 e passamos valor da consulta.  Agende sua consulta!


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Conceitos

Esse é um tema de extrema importância devido à sua pandemia mundial. O OMS (Organização Mundial da Saúde) aponta a obesidade como um dos maiores problemas de saúde pública no mundo. Nosso país que há pouco vivera na desnutrição, hoje tem uma participação ativa nos números da obesidade infantil no mundo.

Em 2006 a prevalência de obesidade em crianças e adolescentes era de 16,8%. Já em 2016, a prevalência passou para 21,7% (Lancet). No Brasil a estimativa geral está em torno de 15%. Segundo dados da ABESO (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica), temos:

 

Devemos entender que a obesidade é uma doença crônica, não transmissível e multifatorial (sofre influências comportamentais, ambientais e genéticas).

De um modo muito suscinto e resumido existe um desequilíbrio no balanço energético, ou seja, entre a quantidade de energia consumida e gasta. Muitas calorias chegam ao organismo, poucas são gastas e o que sobra é armazenado principalmente na forma de gordura corporal.

O consumo dos alimentos ultra processados, o sedentarismo, o desmame precoce, a baixa ingesta de alimentos naturais são os principais fatores envolvidos. Existem casos raros de obesidade causada por uma doença monogênica ou obesidade fazendo parte de algumas síndromes, como a Síndrome de Prader Willi.

Diagnóstico

O acompanhamento rotineiro com o Pediatra é essencial para a prevenção e/ou para um diagnóstico precoce, preferencialmente que o sinal de alerta já desperte quando a criança chega no Sobrepeso.

Tratamento

O acompanhamento médico e medicamentoso é essencial. Além do acompanhamento semanal, quinzenal ou mensal na Nutricionista é imprescindível para sucesso do tratamento, a frequência dessas consultas é firmada em comum acordo paciente e profissional, ambos devem está abertos para mudanças e êxito do tratamento.

Além da prática rotineira de atividade física, ter cuidado com o tempo total que a criança é deixada na frente das telas (aqui vale a TV, o vídeo-game, os tablets, os celulares, ou qualquer equipamento eletrônico).

Hoje em dia percebemos que o melhor tratamento é aquele que o paciente e seus familiares conseguem realizar. Não existe uma única forma de orientar, uma dieta específica, um exercício ideal. O que a equipe deve almejar é um tratamento individualizado, focado nas necessidades de cada família.

Sim, a obesidade é uma questão familiar. Para que a criança consiga atingir uma recomendação, é necessário que o ambiente e as pessoas que lá habitam, estejam preparados e colaborativos para ajudar que a recomendação se transforme em ação. Isso se torna especialmente importante para aquelas famílias que tem um filho obeso e outro não.

Por isso, antes de pensar ou falar que a mudança é devido a obesidade, com objetivo de perder peso, talvez seja melhor falar em mudanças para ter mais saúde ou porque faz bem para o corpo… Assim fica mais fácil para as crianças absorverem a nova rotina.

Caso você tenha gostado dessa informação compartilhe e agende uma Consulta na Primeira Franquia de Reabilitação do Brasil, Clínica ou no Home Care da BIOHOUSE TERAPIAS.

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O Coanching é uma ferramenta muito utilizada na área da saúde e em especial nas terapias de saúde, vejamos:

O Coaching é uma palavra inglesa que vem de carruagem, das palavras “coche” (inglês medieval) e “coach” (inglês atual).A palavra sempre deu a ideia de levar ou transportar, mas coaching tem hoje o sentido de treinar, de ajudar as pessoas a se dedicarem e a terem motivação e entusiasmo no cumprimento de seus objetivos e metas.

Coaching é um processo, com início, meio e fim, definido em comum acordo entre o coach (profissional) e o coachee (cliente) de acordo com a meta desejada pelo cliente, onde o coaching apoia o cliente na busca de realizar metas de curto, médio e longo prazo, através da identificação e uso das próprias competências desenvolvidas, como também do reconhecimento e superação de suas fragilidades.

Coaching é uma ferramenta que deve ser estudada e utlizada pelo fonoaudiólogo; porém devemos ficar cientes que é um instrumento de auxilio a fonoterapia e não de substituição da mesma.
No coaching o cliente e treinador formam uma parceria para cria uma sinergia e um “momentum” que possibilita ao cliente a ser melhor pessoa possível.
O processo de coaching só vai funcionar se colocado em prática juntamente com seu coach, que o acompanha no que vem fazendo em prol daquilo que você mesmo determinou que iria alcançar, para com isso ter êxito.

Os objetivos do Coaching: 

– Uma forma de estímulo e acompanhamento a longo prazo, adaptada às necessidades de desenvolvimento pessoal.
– Acompanhamento profissional de pessoas em diferentes profissões e contextos.
– Contribuição para a configuração de sistemas de trabalho e de instrução.
– Contribuição para a estabilização e o desenvolvimento contínuo do procedimento profissional e pessoal.
– Fomento para a motivação, o rendimento, a capacidade de comunicação e o sucesso, aproveitando as capacidades e os conhecimentos comuns do coach e do cliente.
– Medida inovadora do desenvolvimento de recursos humanos e instrumento para desenvolver a capacidade de aprendizagem.
Tipos de coaching: Life Coaching, Heath Coaching, Wellness Coaching, Vocal Coaching, Coaching de comunicação, Neurocoaching entre outros.

As 4 Metas do Coaching:

• Eu preciso – reconhecer a necessidade de aperfeiçoamento em determinada área;
• Eu quero – o aperfeiçoamento em determinada área;
• Eu posso – Identificar que financeiramente ou por outras variáveis, se pode realizar esse aperfeiçoamento;
• Eu mereço – Entender que merece investir mais na vida (profissional, pessoal…).

Formas de trabalho:

– Apresentação e definição do relacionamento;
– Aplicação de ferramentas e protocolos em Coaching;
– Conversa orientada para soluções;
– Descoberta de valores;
– Definição de metas;
– Perguntas, tarefas, avaliação, feedback;
– Treinamento e desenvolvimento de competências e habilidades;
– Simulação, encenação, desempenho de papel (role play);
– Firmamento de acordo;
– Apresentação da meta atingida;
– Avaliação final e desenvolvimento contínuo do trabalho.

Etapas do coaching:

1. Trabalhar em conjunto (coach e coachee) a fim de identificar a paixão, os valores, a missão e as metas desenvolvendo uma integridade pessoal;
2. Fazer com que o cliente tenha visão de futuro que o entusiasme tanto que o faça dedicar sua energia máxima aos seus objetivos estabelecidos;
3. Verificar o grau de motivação e dedicação do cliente.
4. Verificar se possui as qualidades e características para mudança e estabelecer quais comportamentos precisa ser melhorados;
5. Estabelecer junto com o cliente as metas e um plano de negócio (marketing, financeiro, mercado, produto, jurídico);
6. Elaboração de um plano de ação para start-up para atingir o êxito, citam que desenvolver e manter um coaching eficaz implica em facilitar o processo de planejar metas inspiradoras de melhoria de vida, que tragam mudanças significativas, e identificar o sucesso do processo.

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Referências Bibliográficas: ARLOSKI, M. Wellness Coaching for Lasting Lifestyle Change. Duluth, MN: Whole Person Associates, 2009
DOOLEY, MIKE. Infinitas Possibilidades. São Paulo: Universo dos Livros, 2010
LAGES, A.; O’CONNOR, J. Coaching com PNL: o guia prático para alcançar o melhor em você e em outros: como ser coach máster. Rio Janeiro: Quality Mark, 2004.
LOVISARO, D. Glossário In: PERCIA, A. ; SITA, M. Manual Completo de Coaching. São Paulo: Editora Ser Mais, 2011p.401-404.
PIRES, I. Aspectos filosóficos do Coaching. In: PERCIA, A. ; SITA, M. Manual Completo de Coaching. São Paulo: Editora Ser Mais, 2011p.53-58
RODRIGUES,E.H. Coaching em ação ! In: PERCIA, A. ; SITA, M. Manual Completo de Coaching. São Paulo: Editora Ser Mais, 2011p. 13-18
SKARBNIK, R. Z.; SIMURRO, S. A. B. Wellness e Health Coaching In: PERCIA, A. ; SITA, M. Manual Completo de Coaching. São Paulo: Editora Ser Mais, 2011p. 396-375.
Consultada:
PROCHASKA, J.; NORCROSS, J.; DICLEMENTE, C. Changig for Good. New York, NY: Harpen Collins/Quill, 1994/2002

“Direitos reservados ao autor do Texto. Não pode ser reproduzido sem o devido crédito parcial ou integral.”



9 Alterações de Comportamento na Pessoa com Alzheimer:

alzheimer

1) INSÔNIA

– Procure deixar o ambiente do quarto silencioso e com pouca luz.
– Certifique-se de que a cama e as roupas usadas pelo paciente para dormir, sejam confortáveis e não esteja molhada, para que ele não se sinta apertado e não passe frio ou calor.
– Tente evitar que o paciente durma durante o dia, envolvendo-o em atividades agradáveis que afastem o sono.

2) DELÍRIOS

– O paciente com alzheimer tem a sensação de está sendo perseguido, tente explicar o que está acontecendo, onde ele está e que ninguém fará mal a ele.
– Sempre dê parâmetro de realidade explicitando fatos.
– E se uma determinada pessoa for considerada nociva, certamente será incluída no delírio e isso a afastará de qualquer possibilidade de oferecer ajuda.

3) ALUCINAÇÕES

– Em hipótese nem uma não discuta com o paciente com alzheimer sobre a veracidade do que ele está vendo ou ouvindo.
– Certifique-se que no ambiente não há algum objeto ou fator desencadeante da alucinação como por exemplos: uma planta fazendo sombra, o vento fazendo barulho na cortina, objeto de decoração que a perturbe.

4) SEXUALIDADE EXACERBADA

– Evite situações, sons e imagens que possam ocasionar estimulação sexual.
– Na hora da higiene íntima esclareça informe paciente que é o momento da higienização, explicando porque e para que do fato.
– Procure médico e ou psicólogo para identificação e solução do problema.

5) PERAMBULAÇÃO

– Na parte interna das roupas faça identificação com: nome, endereço e número de telefone.
– Esconda as chaves da casa e do carro para evitar que paciente tente sair de casa.
– Coloque nas portas e portões sinos ou até câmeras para evitar fuga do paciente.

6) AGRESSIVIDADE

– Em caso de agressividade tente mudar o foco chamando a atenção do paciente para outra coisa como paisagem, fotos, música e etc… como uma tentativa para acalma-lo.
– Proponha fazer outra atividade do tipo motora como: caminhar.
– E tente de maneira sutil descobrir o motivo da reação da agressividade e evite repetir a situação.

7) DEPRESSÂO

– A depressão necessita de tratamento psicológico e medicamentoso, não espere, pois o quadro não melhora sozinho, apenas se agravam com o tempo. O tratamento miniminiza o sofrimento do paciente.
– Sempre propicie acolhimento do paciente em meio às conversas e atividades familiares; pois exclusão apenas agrava o quadro.
– A expressão de amor, carinho e cuidado ajuda o paciente sair do quadro de depressão.

8) ANSIEDADE

– Mantenha ambiente calmo, organizado, seguro e agradável para rotina do paciente.
– Evite conversas, brigas e discussões desnecessárias na frente ou próximo do paciente.
– Evite gritar ou falar alto com paciente.
– Evite toda e qualquer agitação desnecessária no ambiente que paciente está inserido.

9) MANEJO DE SINTOMAS

– Evite reações emocionais negativas com ou na frente do paciente.
– Nunca trate o paciente com impaciência, agressividade ou ainda com irritabilidade esses sentimentos podem aumentar conflito e ocasionar no paciente repudia, distanciamento; além de gerar sentimentos de impotência, medo, tristeza, desânimo, dificuldades de lidar com perdas.
– Não trate o paciente com desprezo e indiferença.
– Nunca ignore os desejos e atitudes do paciente porque ele não se recordará depois esse fato poderá enfraquecer os vínculos e a interação social do paciente.
– A ausência de resposta favorece a passividade e pode exacerbar confusão e até agressividade.
-Não use aceitação com permissividade excessiva; tente entender as atitudes do pacientes e apresentar os riscos para aquela situação e impor postura de cuidados com imposição de limites.

“Direitos reservados ao autor do Texto. Não pode ser reproduzido sem o devido crédito parcial ou integral.”


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