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É no sono que a criança se desenvolve e cresce. O sistema imunológico da criança é fortalecido durante o sono. Os pequeninos que não desfrutam de um sono adequado podem ficar mais suscetíveis a doenças, pois durante o sono produzimos anticorpos e proteínas que ajudam na imunidade. A privação do sono pode gerar dificuldade na aprendizagem visual e motora, influenciam o comportamento, o desenvolvimento e o relacionamento com a família.

Como é o padrão de sono por idade:

Recém-nascido (até 3 meses): pode ter um tempo de sono superior a 16 horas, ainda relaciona a mamada ao sono, comum dormir após mamar, a produção de melatonina é muito irregular, portanto seu padrão de sono também. Pode dormir 3 horas seguidas, como pode acordar de hora em hora.

3 a 12 meses: a sua soneca diurna pode durar até 3 ou 4 horas, em média 3 a 4 vezes ao dia; aos poucos irá ter uma fase de sono noturna mais longa.
1 a 3 anos: em geral fazem uma soneca de dia, após os 2 anos podem não fazer mais nenhuma; dormem à noite de 10 a 12 horas.
3 a 5 anos: podem ter uma ou nenhuma soneca, tem padrão de sono semelhante ao adulto.

Só consideramos uma boa soneca, quando o bebê ou criança adormece por no mínimo 1 hora, caso seu bebê desperte antes disso, estimule que ele volte a dormir e estique um pouco mais o tempo da soneca. Muitos pais acreditam que deixando os filhos cansados e não realizando as sonecas, esse dormirá com mais facilidade ou a noite toda, mas o acúmulo do cansaço, aumenta o nível de cortisol e a irritação, fazendo com que a criança durma menos, demore mais para adormecer e desperte a noite.

A fase entre 5 e doze anos de idade é realmente a mais desperta na vida de uma criança, geralmente elas dormem bem de noite e ficam despertas durante todo o dia, podendo não haver nenhuma soneca diurna. Quando ainda necessitam de sonecas diárias, pode ser observado se não há uma privação de sono crônica.

Falando principalmente dos bebês, a partir de 3 meses, existem diversos fatores que podem fazê-lo despertar durante o sono, vale lembrar que até 1 ano a criança pode acordar durante a noite para mamar, pois não tem a sua ingesta diária de alimentos pode ainda não ser suficiente para que a criança durma a noite toda. Ainda vale lembrar que existem muitos fatores que podem interferir no sono noturno como picos de crescimento, saltos de desenvolvimento, quando a criança está doente, nascimento dos dentes, roupa (excesso ou pouca), temperatura do quarto não adequada (calor, frio), quarto com excesso de luminosidade, entre outros.

Existem alguns outros fatores que influenciam, como ter muitos estímulos antes de dormir (brincar com a criança de correr por exemplo, deixar ligada a tv e com som alto), faz com que a melatonina seja inibida e assim, a criança demore para conseguir dormir, por isso, em média 1h a 1h30min antes de dormir, reduzir a luminosidade e ruídos do ambiente, realizar brincadeiras calmas, pode dar um banho para acalmar, contar história, ouvir música baixa e calma e dormir.

Outro fator importante, que muitas vezes é deixado de lado pelos pais é que a criança que não dorme bem de dia, não dorme bem à noite. De acordo com a fase, precisa realizar sonecas diurnas, para evitar o acúmulo de cansaço e a irritação, para assim, melhorar o sono noturno também. Para a última soneca do dia, sempre acordar a criança três horas antes da hora de deitar na cama para dormir à noite.

Talvez o principal motivo seja a falta de rotina. A criança que não tem rotina não está preparada para o que está por vir no seu dia a dia, se todos os dias acontece a redução de estímulos comentada acima, colocar o pijama, escovar os dentes, etc a criança já entende qual é o momento de desacelerar e fica pronta para isso; quando se repetem diariamente, a criança vai inclusive, com o passar do tempo, demonstrar sinais de sono, entre os quais: começam a bocejar, puxam as orelhas, esfregam as mãos no rosto, perdem interesse por brincar, ficam irritadas. Importante aprender a observar esses sinais, pois assim, quando iniciar já é hora de colocar para dormir, antes que a criança fique nervosa e comece aquele choro inconsolável.

Por volta dos 9 meses pode acontecer a angústia da separação, é quando o bebê percebe que não é mais um extensão do corpo da mãe, porém pode ocorrer em qualquer momento, quando a mãe volta a trabalhar por exemplo, e a criança sente sua falta de dia, podendo afetar no sono noturno.

Nossa missão reabilitar e lhe proporcionar o melhor atendimento venha para Clínica BIOHOUSE Terapias nossas especialidades são: fonoaudiologia, nutrição, psicologia, terapia ocupacional e fisioterapia.

Nosso endereço: Rua Brigadeiro Tobias, 118 Sala 2403 – andar 24 – Centro de São Paulo – SP.


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Agora vamos falar dos marcos de desenvolvimento motor desde o primeiro mês de vida até os 4 anos; onde separamos entre desenvolvimento motor grosso e fino.
O desenvolvimento motor grosso envolve os maiores grupos musculares e são responsáveis pelos movimentos de andar, sentar, sustentar a cabeça.
O desenvolvimento motor fino está relacionado com os movimentos de pinça e preensão.

Vamos dividir por etapas de 0 a 18 meses e de 2 a 4 anos, para melhor entendimento.

1 mês:
Motor grosso: move as mãos e os pés ao mesmo tempo
Motor fino: abre os dedos ligeiramente quando em repouso

2 meses:
Motor grosso: levanta a cabeça e o peito em posição prona
Motor fino: abre e fecha as mãos, e por breves períodos deixa as mãos juntas

Entre 3 e 4 meses:
Motor grosso: nessa fase a criança leva as mãos à boca com frequência, começam a rolar
Motor fino: inicia movimento de abrir e fechar as mãos, consegue prensar um objeto e levar até a boca.

Entre 5 e 6 meses:

Motor grosso: rola por completo, senta-se com apoio e brevemente sem apoio
Motor fino: consegue pegar objetos e passar de uma mão para outra, bate os brinquedos na mesa ou no chão e sorri com o som emitido

Entre 7 e 9 meses:
Motor grosso: senta sem apoio, engatinha e ameaça passos com apoio
Motor fino: balança objetos (por ex chocalho), joga objetos intencionalmente, pega alimentos para comer com três dedos.

1 ano:
Motor grosso: começa a “andar”, dando os primeiros passos, muitas vezes com apoio ainda, e aos poucos consegue ficar sem, se mantém em pé sozinho.
Motor fino: pega objetos com dois dedos (pinça aberta), consegue colocar e tirar objetos de um lugar

15 meses:
Motor grosso: anda sozinho, pára e continua andando novamente; pode agachar para pegar um objeto e levantar sem apoio novamente
Motor fino: tira e coloca tampas de panelas e potes, com o indicador aperta um interruptor, pode rasgar as páginas de um livro. Monta uma torre de 2 cubos

18 meses:
Motor grosso: se você chutar uma bola, ele pode fazer igual por imitação.
Motor fino: monta uma torre com 3 a 4 cubos, explora toda a sua casa, querendo abrir portas e gavetas

O desenvolvimento de 2 a 4 anos:

Entre 24 e 30 meses:
Motor grosso: corre, sobe escadas com ajuda de um adulto, um degrau por vez; abre portas
Motor fino: consegue usar colher para comer e segura bem o seu copo.

Entre 36 e 42 meses:
Motor grosso: alterna os pés para subir escadas, consegue pedalar um triciclo,
Motor fino: come sozinho, calça os sapatos sozinho

48 meses:
Motor grosso: pula em um pé só, anda de bicicleta
Motor fino: segura e pinta com lápis, faz desenhos, escova os dentes sozinho

É muito importante que os pais apoiem seus filhos a cada conquista do seu desenvolvimento. Para isso sempre encoraje-o e dê novas atividades a ele, afim de estimular seus sentidos e o fazer progredir. Se a criança sentir confiança, terá mais força para avançar. Lembre-se que aqui estamos falando de idades médias para cada conquista, o que pode variar de criança para criança, e é por isso que o acompanhamento regular com o pediatra é imprescindível.

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A terapia de linguagem ou terapia da fala é a disciplina terapêutica que ajuda a tratar transtornos que se manifestam através do uso da linguagem. Existem alguns exemplos mais específicos que mostram esses possíveis transtornos: a gagueira, as dificuldades de pronunciar um som e os problemas de comunicação. Assim, a terapia da linguagem pode ajudar especialmente as crianças, pois é nesta fase da vida que as pessoas começam a falar.”
Uma pergunta frequente que recebemos: Terapia de fala em criança, pode ser domiciliar?

Responsável Técnica: Dra. Elizangela Aparecida Barbosa CRFª2-16.023

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O desenvolvimento motor(infantil) é o processo de mudança no movimento da criança, que envolve alterações complexas onde participam todos os aparelhos e sistemas do organismo.
O desenvolvimento motor não é regra, pode variar de criança para criança, mas existe um tempo máximo; devendo sempre ser acompanhado pelo pediatra afim de detectar atrasos e patologias precocemente.
Um adequado desenvolvimento motor repercute no futuro da criança em aspectos sociais e intelectuais.
Durante a primeira infância, é importante estimular com brinquedos próprios para cada idade, inicialmente com chocalhos ou tapetes de atividades por exemplo; pois nessa fase o desenvolvimento das habilidades acontece rapidamente.

Existem inicialmente, alguns reflexos primitivos que são respostas automáticas e estereotipadas a um determinado estímulo externo. Esses, estão presentes desde o nascimento mas devem ser inibidos ao longo dos primeiros meses, quando surgem os reflexos posturais. A sua presença demonstra integridade no sistema nervoso central, porém sua persistência em idades inadequadas pode demonstrar disfunção neurológica. Todos devem ser realizados pelo pediatra na primeira consulta após o nascimento.

São eles:

Reflexo de moro: observa-se extensão e abdução dos membros superiores, seguida por choro, quando estimulados seus braços ou involuntariamente também. Desaparece por volta de 3 a 4 meses.

Reflexo de busca: desencadeado por estimulação da face ao redor da boca. Observa-se rotação da cabeça na tentativa de “buscar o objeto”

Sucção reflexa: desencadeado pela estimulação dos lábios quando se coloca por exemplo o dedo indicador com luva na boca do bebê. Sua ausência é sinal de disfunção neurológica.

Reflexo tônico cervical de Magnus e de Kleijn, ou reflexo de esgrimista: ocorre a rotação da cabeça, enquanto a outra mão do examinador estabiliza o tronco do recém nascido. Observa-se a extensão do membro superior ipsilateral à rotação e flexão do membro superior contralateral.

Preensão palmar: quando o examinador faz uma pressão na palma da mão, observa-se a flexão dos dedos.

Preensão plantar: quando se faz uma pressão na base dos artelhos, observa-se a flexão dos dedos.

Apoio plantar: Segurar o recém nascido pelas axilas, desencadeia seu apoio dos pés sobre uma superfície dura,

Marcha reflexa: quando a criança obtém o apoio plantar, incline o tronco do recém nascido um pouco para frente, que observará o cruzamento das pernas, uma em frente à outra.

Reflexo de colocação (Placing): o bebê estando seguro pelas axilas, é feito um estímulo tátil em seu dorso do pé, observando uma elevação do mesmo como se estivesse subindo um degrau de escada.

Manobra de Barlow e Ortolani não são reflexos primitivo e sim manobras realizadas no recém nascido para avaliar displasia de quadril. Devem ser enfatizado ainda no berçário e na primeira consulta com o pediatra. A displasia no quadril pode ser uma anormalidade no tamanho, morfologia orientação anatômica ou organização da cabeça femoral, cavidade acetabular ou ambos.

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