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Desenvolvimento Infantil, segundo Jean Piaget  estamos em um estágio nos preparando para passar para outro.

A palavra Desenvolvimento define a passagem de um estágio de menor equilíbrio para a passagem de um estágio superior.

Desenvolvimento infatil

Primeiro Estágio: é o Sensório motor – psicológico é dividido em seis subestágios de 0 a 2 anos.Os Subestágio são:

-Estágio dos reflexos: do 1 ao 2 mês

A Vida Mental da criança ainda há um reflexo instintivo exemplo se tocar pé do bebê ele puxa e se tocar na mão ela fecha. Nesse momento a criança responde com movimentos totais outro exemplo é quando a mãe chega no berço e a criança reage se mexendo nesse momento não existe a inteligência e sim a condução por reflexo.

– Estágio de Esquemas: do 3 ao 4 meses

A criança está começando a perceber o corpo, ela já está fazendo alguma generalização construções de esquemas visuais, exemplo: a criança começa a coordenar os braços a boca e faz algumas funções. A consolidação interna acontece de tanto a criança exercitar ela descobre para que serve e essa ação se aprimora e passa a ser um conhecimento internalizado por ela.
Estágio das Reações Circulares: do 5 ao 16 meses
Nesse momento a criança começa ter intencionalidade, ou seja,  começa a ter intenção de pegar algo, rolar no berço ou chão e a coordenação é um pouco mais elaborada.

– Estágio da Coordenação das Ações: do 6 meses em diante

A criança adquire habilidade de coordenar as ações exemplo: ela pega chocalho bate e mexe.

– Estágio da Coordenação dos Objetos: do 7 ao 18 meses

A criança começa observar os objetos  no seu campo de visão, um exemplo clássico é colocar objeto na visão da criança e esconder na sequência a típica brincadeira do sumiu e achou.

-Estágio da Combinação Interna: do 12 ao 18 meses

Início da simbolização, interiorização e ação. Nesse momento a criança tem solução internas para os problemas que ela tem nas ações do dia-dia. A criança começa a ter o início da linguagem gestual e expressão facial para expressar suas vontades.

O Nível Sensório Motor Oral a criança não tem nenhum  consciência do limite dela e do mundo (adualismo) falta do condicionamento da criança de seu próprio eu.

O Segundo Estágio: Pré Operante vai dos 2 ao 7 anos, desenvolvimento da inteligência intuitiva, emocional, sentimentos individuais  e a relação social de submissão ao adulto.

Terceiro Estágio: Operações Concretas 7 ao 11anos, operações intelectuais concretas surge julgamento e os sentimentos morais e sociais.

Quarto Estágio: Operações Formais ou Proporcionais  dos 11 aos 16 anos operações intelectuais abstratas formação da personalidade inserção afetiva e intelectuais na sociedade dos adultos.

“Direitos reservados ao autor do Texto. Não pode ser reproduzido sem o devido crédito parcial ou integral.”


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A Dislalia é um distúrbio, ou melhor, uma alteração da fala, caracterizado pela dificuldade em articular as palavras. Os principais sintomas são:

– Omissão de fonemas;
– Substituição de fonemas;
– Trocas de fonemas;
– Deformação de fonemas.

A Dislalia pode ser dividida em dois grupos:
A Dislalia Orgânica: que resultam das malformações ou de alterações dos órgãos fonoarticulatórios, ou ainda em casos de malformações congênitas como traumatismo de órgãos fonoarticulatórios ou de lábio leporino (fissuras labiais). Há também certas dislalia provenientes de patologias do Sistema Nervoso Central (SNC).

A Dislalia Funcional: quando não há alterações físicas, chamamos de funcional pensa-se que a origem é genética, emocional ou com causa psíquica.
A dislalia pode afetar a escrita, pois o desenvolvimento de linguagem escrita é apoiado com base da linguagem oral. Um exemplo clássico de dislalia com trocas de fonemas: são os personagem Cebolinha da turma da  Mônica e o Hortelino do autor Elmer Fudd, que troca os fonemas (R) por (L) como: prato emite (plato)  ou trocas (C) por (T)  coelho emite (toelho).

Outros exemplos para omissão na fala é (omei) para dizer tomei, no caso substituição na fala (balata) para dizer barata, acréscimo na fala (alatras) para atlas.

Dislalia

Quem trata a dislalia?

A dislalia é tratada pelo profissional fonoaudiólogo e está classificada no Código Internacional das doenças (CID -10) como F 80 – transtornos específicos do desenvolvimento da fala e da linguagem.

Qual o tipo de tratamento?

A dislalia é tratada por meio da terapia fonoaudiológica; sendo necessário primeiro avaliação fonoaudiológica  e posteriormente o tratamento com fonoterapia.

Como é realizada a terapia fonoaudiológica para Dislalia?

A terapia fonoaudiológica varia de acordo com o caso, mas engloba os seguintes aspectos:
-Discriminação auditiva dos sons;
-Instalação do ponto correto articulatório dos fonemas;
-Exercícios com sílabas, palavras e frases;
-Exercícios de adequação da musculatura orofacial;
-Treino de respiração adequado
-Treino de Mastigação e etc.

Qual o tempo de duração do tratamento?

O tempo depende de cada individuo e do grau de comprometimento da criança e da família no processo terapêutico  em média  um ano de fonoterapia uma vez por semana é o suficiente e no máximo um ano e meio para casos mais complexos. E casos que não há aderência e comprometimento dos envolvidos o tratamento tem ser interrompido  pelo profissional e retomado um outro momento. Já alta-fonoaudiológica é dada pelo profissional fonoaudiólogo quando as dificuldades são sanadas; porém a desistência ou ausência do processo não pode ser considerada como alta.

Existem profissionais que utilizam outros métodos, no qual terapia fonoaudiológica por ser duas ou até três vezes por semana.

Vale salientar, que o método acima descrito é utilizado pela franquia BIOHOUSE terapias, com sessão de fonoterapia uma vez por semana, com duração de quarenta minutos, atividades para casa, e em média um ano de tratamento dependendo complexidade do caso; existem casos solucionados em no mínimo três meses sim, porém são trocas de fonemas bem pontuais e casos que necessitam de tempo maior de no máximo um ano e meio; são casos mais complexos no qual temos que respeitar o tempo e as pontecialidades de cada pessoa.

Observação: até os quatro anos trocas na fala de uma criança são normais; porém para cada idade é esperado o desenvolvimento de alguns fonemas para saber se seu filho está na faixa de normalidade faça avaliação com um fonoaudiólogo não espere o problema se instalar; afinal prevenir é melhor caminho sempre.

“Direitos reservados ao autor do Texto. Não pode ser reproduzido sem o devido crédito parcial ou integral.”


Você profissional de uma das seguintes áreas venha ser um franqueado: fonoaudiologia, fisioterapia, nutrição, psicologia e terapia ocupacional.

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