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As Trocas na Fala de fonemas com /R/ e /L/  durante o processo de aquisição de linguagem durante a primeira infância é normal, a troca até máximo cinco anos e meio; sendo necessário avaliação com um fonoaudiólogo para verificar se há alguma alteração.

troca na fala

E caso haja alteração no desenvolvimento ou processo de fala é necessário sessões de fonoterapia pelo menos uma vez por semana com duração de 40 a 45 minutos.

Durante as sessões de fonoaudiologia o profissional irá atuar de maneira lúdica para ajudar a criança a desenvolver o fonema ou os fonemas de maneira adequada.

Após cada sessão a criança leva para casa uma atividade para realizar e fixar o que aprendeu durante as sessões.

A participação da família é fundamental para o sucesso da reabilitação da fala durante o processo terapêutico e em casa.

É importante avaliação e intervenção fonoaudiológica para evitar constrangimento, exposição da criança e até “bullying”.

Os pais devem estar  atentos ao desenvolvimento de fala de seus filhos, qualquer alteração é importante intervenção precoce para assim reajustar de maneira rápida e eficaz o processo de aquisição da fala.

Quando mais tempo demorar para intervenção de um profissional habilitado nesse caso fonoaudiólogo mais longo será o percurso para correção das alterações de comunicação.

Sem sombra de dúvida prevenir é o melhor remédio.

Pois as crianças mais velhas acima de sete anos com alteração de fala também apresentam dificuldades de socialização como timidez, isolamento, medo e alteração de autoestima. Em alguns casos apresentam alterações emocionais importantes; sendo necessário intervenção interdisciplinar de um psicólogo.

Caso criança apresente dificuldades procure um fonoaudiólogo.

Veja o vídeo com nossa especialista: Dra Elizangela Aparecida Barbosa – CRFa. 16.023

”Direitos reservados ao autor do Texto. Não pode ser reproduzido sem o devido crédito parcial ou integral.”



A Medicina Domiciliar é um termo genérico para um conjunto de procedimentos hospitalares que podem ser feitos na casa do paciente. Aplica-se a todas as etapas do cuidado do profissional de saúde, na prevenção, no diagnóstico e no tratamento de doenças, bem como nos procedimentos de reabilitação. Justifica-se esse estudo em razão do fato de que o serviço de Home Care está crescendo em todo o Brasil,e pelos benefícios trazidos pela sua equipe multiprofissional, proporcionando ao paciente e seus familiares um atendimento individual, o que contribui para melhora na sua qualidade de vida.
Depois de o paciente passar um período de estadia no hospital, a Assistência Domiciliar é o meio pelo qual acontece a desospitalização e disponibiliza ao paciente orientação e acompanhamento por uma equipe interdisciplinar, a nível domiciliar, dentro dos critérios técnicos instituídos pelo médico responsável pelo caso e a operadora de saúde.

médico home care

ATUAÇÃO MÉDICA

Médico-Assistente ou Titular é o médico que já acompanhava o caso do paciente no ambulatório ou em sua hospitalização. Esse é o profissional responsável pela tomada da decisão que insere o paciente no Programa de Assistência Domiciliar que, posteriormente, é avaliado pelo médico-auditor da Operadora de Saúde que legitima a alta hospitalar do paciente.

O médico-visitador é o médico designado pelo corpo clínico da instituição prestadora de assistência domiciliar responsável pelo gerenciamento do caso e que realiza visitas periódicas em domicílio, auxiliando ou substituindo o médico-assistente, quando necessário.

 

 

Trecho do Livro: Profissionais da Saúde e Home Care.

Ano: 2017

Editora Revinter – 1ª edição

Proibido o uso do conteúdo total ou parcial, sem autorização.

Direitos reservados a BioHouse Terapias.



9 Alterações de Comportamento na Pessoa com Alzheimer:

alzheimer

1) INSÔNIA

– Procure deixar o ambiente do quarto silencioso e com pouca luz.
– Certifique-se de que a cama e as roupas usadas pelo paciente para dormir, sejam confortáveis e não esteja molhada, para que ele não se sinta apertado e não passe frio ou calor.
– Tente evitar que o paciente durma durante o dia, envolvendo-o em atividades agradáveis que afastem o sono.

2) DELÍRIOS

– O paciente com alzheimer tem a sensação de está sendo perseguido, tente explicar o que está acontecendo, onde ele está e que ninguém fará mal a ele.
– Sempre dê parâmetro de realidade explicitando fatos.
– E se uma determinada pessoa for considerada nociva, certamente será incluída no delírio e isso a afastará de qualquer possibilidade de oferecer ajuda.

3) ALUCINAÇÕES

– Em hipótese nem uma não discuta com o paciente com alzheimer sobre a veracidade do que ele está vendo ou ouvindo.
– Certifique-se que no ambiente não há algum objeto ou fator desencadeante da alucinação como por exemplos: uma planta fazendo sombra, o vento fazendo barulho na cortina, objeto de decoração que a perturbe.

4) SEXUALIDADE EXACERBADA

– Evite situações, sons e imagens que possam ocasionar estimulação sexual.
– Na hora da higiene íntima esclareça informe paciente que é o momento da higienização, explicando porque e para que do fato.
– Procure médico e ou psicólogo para identificação e solução do problema.

5) PERAMBULAÇÃO

– Na parte interna das roupas faça identificação com: nome, endereço e número de telefone.
– Esconda as chaves da casa e do carro para evitar que paciente tente sair de casa.
– Coloque nas portas e portões sinos ou até câmeras para evitar fuga do paciente.

6) AGRESSIVIDADE

– Em caso de agressividade tente mudar o foco chamando a atenção do paciente para outra coisa como paisagem, fotos, música e etc… como uma tentativa para acalma-lo.
– Proponha fazer outra atividade do tipo motora como: caminhar.
– E tente de maneira sutil descobrir o motivo da reação da agressividade e evite repetir a situação.

7) DEPRESSÂO

– A depressão necessita de tratamento psicológico e medicamentoso, não espere, pois o quadro não melhora sozinho, apenas se agravam com o tempo. O tratamento miniminiza o sofrimento do paciente.
– Sempre propicie acolhimento do paciente em meio às conversas e atividades familiares; pois exclusão apenas agrava o quadro.
– A expressão de amor, carinho e cuidado ajuda o paciente sair do quadro de depressão.

8) ANSIEDADE

– Mantenha ambiente calmo, organizado, seguro e agradável para rotina do paciente.
– Evite conversas, brigas e discussões desnecessárias na frente ou próximo do paciente.
– Evite gritar ou falar alto com paciente.
– Evite toda e qualquer agitação desnecessária no ambiente que paciente está inserido.

9) MANEJO DE SINTOMAS

– Evite reações emocionais negativas com ou na frente do paciente.
– Nunca trate o paciente com impaciência, agressividade ou ainda com irritabilidade esses sentimentos podem aumentar conflito e ocasionar no paciente repudia, distanciamento; além de gerar sentimentos de impotência, medo, tristeza, desânimo, dificuldades de lidar com perdas.
– Não trate o paciente com desprezo e indiferença.
– Nunca ignore os desejos e atitudes do paciente porque ele não se recordará depois esse fato poderá enfraquecer os vínculos e a interação social do paciente.
– A ausência de resposta favorece a passividade e pode exacerbar confusão e até agressividade.
-Não use aceitação com permissividade excessiva; tente entender as atitudes do pacientes e apresentar os riscos para aquela situação e impor postura de cuidados com imposição de limites.

“Direitos reservados ao autor do Texto. Não pode ser reproduzido sem o devido crédito parcial ou integral.”


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O Cuidador de Idoso, como o próprio nome diz, cuida e auxilia as pessoas idosas em sua rotina e atividades diárias.

cuidador idoso

O Cuidador Infantil, ou Cuidador de Desenvolvimento Infantil, auxilia crianças compatologia ou síndrome; além de cuidar e auxiliar na rotina e atividades da criança, participa do processo escolar. Vale salientar que Cuidador Infantil não é babá ou baby sitter; são funções distintas e o cuidador infantil deve ter conhecimento de cuidados em saúde e desenvolvimento infantil.

cuidador de criança

Outro fato é que muitas famílias buscam nas ações judiciais auxiliares de enfermagem 12 ou 24 horas como instrumento de fuga da sua responsabilidade e de delegar sua obrigação de cuidar do idoso ou da criança para a operadora de saúde e não contratar o cuidador. Lembrando que o Programa de Assistência Domiciliar é para pacientes de alta complexidade e que mesmo com equipe de enfermagem no domicílio é necessária a figura do cuidador profissional ou familiar.

Funções do cuidador

  • Ajudar, estimular e realizar, caso seja indispensável, as atividades de vida diária, ou seja, as higienes pessoal e bucal, alimentação, locomoção etc.
  • Cuidar do vestuário (organizar a roupa que vai ser usada, dando sempre à pessoa idosa o direito de escolha), manter o armário e os objetos de uso arrumados e nos locais habituais; e cuidar da aparência do paciente (cuidar das unhas, cabelos) de modo a aumentar sua autoestima.
  • Facilitar e estimular a comunicação com o paciente, conversando com ele ouvindo-o; acompanhando-o em seus passeios e incentivando-o a realizar exercícios físicos, sempre que autorizados pelos profissionais de saúde, e a participar de atividades de lazer. Desta forma, ajudará a sua inclusão social e a melhorar sua saúde.
  • Acompanhar o paciente nos exames, consultas e tratamentos de saúde,e transmitir aos profissionais de saúde as mudanças no comportamento, humor ou aparecimento de alterações físicas (temperatura, pressão, sono etc.).
  • Cuidar da medicação oral do paciente em dose e horário prescritos pelo médico. Em caso de injeções,mesmo com receita médica, é proibido ao cuidador aplicá-las. Ele deverá recorrer a um profissional da área de enfermagem.
  • Estimular a autossuficiência da pessoa idosa. Por isso o cuidador deverá, sempre que possível, fazer com ela e não para ela.
  • Assistir a pessoa idosa ou com deficiência a movimentar-se dentro de sua casa.
  • Ajudar na higiene e cuidados pessoais do paciente (pentear, tomar banho etc.).
  • Procurar proporcionar conforto e tranquilizar o paciente em situações de crise (p. ex.,quando fica agitado ou ansioso).
  • Ajudar na comunicação com os outros, quando existem dificuldades para expressar-se.
  • Desenvolver atividades de estímulo/comunicação motoras e cognitivas, de acordo com orientações.
  • Auxiliar nas atividades de relações sociais.

 

Trecho do Livro: Profissionais da Saúde e Home Care.

Ano: 2017

Editora Revinter – 1ª edição

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Direitos reservados a BioHouse Terapias.


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Cuidador

Todo usuário indicado à inclusão para assistência em domicílio deverá indicar pessoa responsável que elegerá Cuidador, condição imprescindível à implantação do Programa.
O Cuidador é o indivíduo que auxilia o paciente com dependência total ou parcial nos cuidados de vida diários. Ele pode ser um familiar ou remunerado pela família.
Ele é o representante legal do paciente e seus familiares para que os procedimentos possam ser realizados num padrão de segurança e legalidade para profissionais, operadora de saúde, paciente e familiares sem ônus para nenhuma das partes envolvidas no processo. Em caso que necessite de enfermagem diária, há necessidade de um cuidador remunerado ou da família para que processo aconteça de maneira segura e eficiente.
O trabalho da equipe interdisciplinar é ensinar ao cuidador e à família a lidarem com as dificuldades do dia a dia do doente crônico, e não assumir os cuidados que são obrigações da família, como higiene, alimentação, conforto, vestuário, posicionamento etc. O doente crônico é, legalmente,de responsabilidade da família.
O Cuidador nunca é contratado pela operadora de saúde, é uma responsabilidade única e exclusiva da família.

o cuidador

 

Trecho do Livro: Profissionais da Saúde e Home Care.

Ano: 2017

Editora Revinter – 1ª edição

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Qual a importância da atuação do serviço social na assistência domiciliar?

  • O atendimento Domiciliar trabalha para o bem-estar e garantia de cuidados de saúde para os pacientes.
  • O paciente e sua família trazem consigo, além da doença, problemas sociais que podem impedir ou dificultar o tratamento adequado que vise seu restabelecimento.
  • O serviço social visa realizar atendimentos e intervenções acolhedoras para o paciente e seus familiares, pois sabe-se da vulnerabilidade que a doença traz a todos os envolvidos.

OBJETIVO GERAL

  • Propiciar aos pacientes e familiares atendimento biopsicossocial, por meio de um trabalho integrado com a equipe multidisciplinar, visando acompanhamento e possibilitando ações mais efetivas e possíveis orientações e encaminhamentos.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

  • Obter dados que possibilitem a elaboração de um diagnóstico social, por entrevistas com o paciente e seus familiares, visando melhor conhecimento do mesmo, suas relações familiares e a realidade em que se encontra inserido.
  • Intervir junto a fatores socioeconômicos e psicossociais que interferem nas enfermidades.
  • Promover atendimento psicossocial aos familiares dos pacientes do atendimento domiciliar.
  • Possibilitar encaminhamentos aos recursos existentes.
  • Orientar os familiares quanto às rotinas do atendimento domiciliar, questões previdenciárias etc.
  • Refletir junto aos pacientes e familiares as suas corresponsabilidades de forma que participe consciente no processo de seu tratamento.
  • Viabilizar recursos existentes.
  • Apresentar e esclarecer ao familiar responsável o Regulamento
  • Técnico de Prestação de Serviço do Programa de Assistência Domiciliar.

CLIENTELA

  • Pacientes e familiares que cubram os critérios clínicos e critérios estabelecidos de acordo com o contrato da operadorade saúde.

METODOLOGIA

O serviço social deverá realizar visitas domiciliares para coleta das informações com a finalidade de elaborar o diagnóstico social. Com a elaboração do diagnóstico social será possível uma intervenção junto à equipe multidisciplinar para traçar o plano de cuidados para cada paciente e intermediar, junto à operadora de saúde, a problemática de cada caso.

ESTRATÉGIAS

O serviço social, juntamente com a equipe multidisciplinar, propõe um atendimento, visando o levantamento da história de vida do paciente para conhecer sua problemática, identificando situações que estejam interferindo no processo de assistência domiciliar e intervindo de forma educativa e informativa, contribuindo no processo terapêutico.

RESULTADOS ESPERADOS

  • Dar o suporte necessário em domicílio para o paciente e seus familiares.
  • Estreitar a relação da equipe com a família.
  • Identificar as dificuldades da família no cuidado com o paciente e propor estratégias para superá-las.

 

 

Trecho do Livro: Profissionais da Saúde e Home Care.

Ano: 2017

Editora Revinter – 1ª edição

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Orientações Gerais para Profissionais no Atendimento Domiciliar:

Vale apenas ressaltar que o profissional da saúde tem que ser imparcial, seja com a família, o paciente e com as empresas envolvidas no processo. Ele deve executar os procedimentos sem envolvimento pessoal e emocional, mantendo uma postura ética conforme prevê o código de ética de cada profissão.

  • O profissional deve ter discurso claro e coeso, sem opiniões, fofocas e discussões.
  • Não falar mal ou denegrir colegas e a empresa ou operadora de saúde.
  • Os profissionais não poderão discutir, abordar assuntos impertinentes ou até mesmo sobre a doença ou o paciente e seus familiares dentro da residência.
  • O profissional deverá atender com roupas próprias, sem roupas curtas, minissaias, roupa colada, tipo calças legging, de contton, salto alto, unhas grandes e sujas etc. O profissional de enfermagem deverá usar chinelo apenas para dar banho no paciente e não ficar circulando na casa de chinelo e de roupas como se estivesse em sua casa.
  • O profissional de enfermagem é prestador de serviço, não funcionário da casa.
  • O profissional não poderá falar mal ou questionar a postura de outro profissional da saúde no domicílio.
  • O profissional deverá ser gentil e cordial com os colegas de trabalho, cuidadores e familiares em qualquer situação.
  • Seja otimista e bem-humorado.
  • Seja humilde e solícito.
  • Postura profissional é fundamental ao reconhecimento e consolidação de uma carreira na área da saúde.

 

Trecho do Livro: Profissionais da Saúde e Home Care.

Ano: 2017

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Terapia Ocupacional

A Terapia Ocupacional (TO)tem um papel fundamental no processo de cura junto a pessoas que apresentem disfunções físicas, sensoriais e/ou mentais, bem como dificuldade de adaptação ao meio em decorrência dessas disfunções ou de outros processos que venham a desencadear prejuízos à saúde biopsicossocial do indivíduo e da sociedade em que está circunscrito.

OBJETIVOS DA TERAPIA OCUPACIONAL

Promover e manter a saúde, restaurar e/ou reforçar capacidades funcionais, facilitar a aprendizagem de funções essenciais e desenvolver habilidades adaptativas visando auxiliar o indivíduo a atingir o grau máximo possível de autonomia no ambiente social, doméstico, de trabalho e de lazer, tornando-o produtivo na vida de relação.

OBJETIVOS GERAIS


1. Integrar o paciente à sua própria comunidade, tornando-a o mais independente possível e em contato com pessoas de todas as idades, promovendo relações interpessoais.
2. Incentivar, encorajar e estimular o idoso a continuar fazendo planos, ter ambições e aspirações.
3. Contribuir para o ajustamento psicoemocional do idoso e sua expressão social.
4. Manter o nível de atividade,alterando o ambiente,se necessário.
5. Enfatizar os aspectos preventivos do envelhecimento prematuro e de promoção de saúde.
6. Reabilitação do paciente comincapacidade física e/ou mental.

Tais objetivos estão na dependência do estado de saúde do indivíduo, do seu grau de independência nas atividades da vida diária (AVD) e no seu grau de interesse e participação.

 

Trecho do Livro: Profissionais da Saúde e Home Care.

Ano: 2017

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Terapeuta Ocupacional Domiciliar

Dentre as formas de atenção, o atendimento domiciliar é aquele que proporciona ao Terapeuta Ocupacional maior contato com a família do paciente, facilitando a aproximação da terapia com a realidade do paciente e colaborando na promoção e manutenção de laços afetivos entre idosos e familiares, garantindo, portanto, o apoio destes, e proporcionando esclarecimentos acerca das maneiras de lidar com os idosos com limitações, ou seja, uma ação educativa com a família.

No Programa de Assistência Domiciliar, desenvolver adaptações ambientais (segurança do lar), treinos e orientações específicas para familiares e/ou cuidadores, e serviços especializados para atender a várias patologias (físicas e/ou mentais) que acometem pessoas em diversas fases da vida, como síndromes, neuropatias, sequelas de acidente vascular cerebral, mal de Parkinson, vários tipos de demências, incluindo, principalmente, a doença de Alzheimer, depressão, artrite reumatoide, doenças cardiovasculares, musculares e respiratórias, entre outras.

A compreensão dos tipos de relacionamentos estabelecidos com o paciente proporciona ao terapeuta uma ideia de qual espaço o paciente ocupava no lar, além de saber quais pessoas de sua convivência podem colaborar diretamente com a terapia.

         

As situações cotidianas estão incluídas em um processo terapêutico mais próximo da realidade do paciente, pois abrangem algumas de suas necessidades mais primárias (atividades da vida diária) e outras mais secundárias.

A adequação de atividades diversas e da estrutura física domiciliar, quando necessária, deve levar em conta os aspectos culturais particulares do idoso e sua família. A Terapia Ocupacional muito pode fazer no sentido de adequar o domicílio ou o lugar onde o paciente reside, principalmente se este paciente é idoso e faz uso de adaptações ou recursos de tecnologia assistiva. No caso dos idosos,o ambiente físico pode ser um fator de risco para vários distúrbios de saúde se não estiver bem adaptado às suas dificuldades e necessidades. Dentre elas destacam-se as quedas e outros acidentes semelhantes. Uma questão também pertinente é a da independência nas atividades da vida diária. Um planejamento físico adequado pode proporcionar ao idoso com deficiências ou dificuldades maior autonomia e segurança dentro do lar.

 

Trecho do Livro: Profissionais da Saúde e Home Care.

Ano: 2017

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Você profissional de uma das seguintes áreas venha ser um franqueado: fonoaudiologia, fisioterapia, nutrição, psicologia e terapia ocupacional.

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